Aldobarreto's Blog

Janeiro 4, 2010

Universidades Recomendadas – ANCIB

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 7:53 pm

Em reunião do Forum de Coordenadores de Programas de Pós-graduação e de GTs com as presenças de representantes da Capes e do CNPq, foram eleitas um rol de instituições estrangeiras com doutorado pleno, visando à seleção de universidades de referência em diferentes países nas subáreas de CI e que possam interessar aos pesquisadores.

A listagem consta de anexo a esta mensagem.

Joana Coeli Ribeiro Garcia
Presidente Ancib
————————————————-
UNIVERSIDADES DE REFERÊNCIA PARA AS SUB-ÁREAS DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E MUSEOLOGIA

Reino Unido

City University London School of Social Sciences
Leicester University School of Museum Studies
Loughborough University Department of Information Studies
University College London Department of Information Studies
University of Sheffield Department of Information Studies
University of Aberystwyth Department of Information Studies

França

École Nationale Supérieure des Sciences de l’information et des Bibliothèques
Université Paul Sabatier Département Information-Communication
Université de Lyon Museologie et la Nouvelle Tecnhologie
Université Paris – Sorbonne-Paris IV Information et communication
Université Nancy 2 Communication et sciences de l’information
Université de Toulouse Université Toulouse 1 Capitole

Canadá

University of Toronto Faculty of Information
University of British Columbia School of Library, archival and information studies
Université de Montréal

Estados Unidos

Indiana University School of Library and Information Sciences
University of Pennsylvania State College of Information Science and Technology
Rutgers University School of Communication and Information
Syracuse University School of Information Studies
University of California UC Berckeley School of Information
University of Illinois at Urbana-Champaign School of Library and Information
University of Maryland College of Information Studies
University of Michigan-Ann Arbor School of Information
University of Pittsburgh School of Information Sciences
University of Washington Information School
University of Wisconsin – Madison School of Library and Information Studies
University of Wisconsin – Milwaukee School of Information Studies
George Washington University Museum Studies

Espanha

Universidad Carlos III de Madrid Departamento de Biblioteconomía y Documentación
Universidad Complutense Madrid Facultad de Ciencias de la Documentación
Universidad de Alcalá Facultad de Documentación
Universidad de Granada Faculdad de Comunicación y Documentación
Universidad de Sevilla Faculdad de Comunicación
Universidad de Zaragoza Dep. de Ciencias de la Doc. e Historia de la Ciencia
Universitat Autônoma de Barcelona Escola Superior d’Arxivística i Gestió de Documents
Universitat Pompeu Fabra Dep. de Tecnologies de la Informació i les Comunicacions
Universitat Politécnica de Valencia

Portugal

Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e Arte
Universidade do Porto Faculdade de Engenharia e Faculdade de Letras
Universidade do Minho Departamento de Sistemas de Informação

Dezembro 30, 2009

Eventos de Ciência da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia para 2010

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 1:41 pm

Eventos de Ciência da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia para 2010.

JANEIRO

Institutional Copyright Policies
January 14-29, 2010
Curso On-line

http://tinyurl.com/yzt6fmd

Subject Repositories: European collaboration in the international context
February 28 – 29, 2010
British
Library Conference Centre in London
www.neeoconference.eu

FEVEREIRO

Electronic Resources & Libraries 2010
February 1-3, 2010
Austin, TX

http://www.electroniclibrarian.org

Code4Lib 2010 Conference
February 22nd (preconference day) – Thursday February 25th, 2010
Asheville, NC

http://code4lib.org/conference/2010/

International Conference on Digital Libraries – ICDL 2010
February 23-26, 2010
New Delhi, Índia

http://www.teriin.org/events/icdl/index.php

MARÇO

Library Technology Conference 2010
March 17-18, 2010
Macalester College, St. Paul MN

http://digitalcommons.macalester.edu/libtech_conf/2010/

IADIS International Conference E-Society 2010
March 18-21, 2010
Porto, Portugal

http://www.esociety-conf.org/

32nd European Conference on Information Retrieval
March 28th to the 31st, 2010
The Open University in Milton Keynes, UK

http://kmi.open.ac.uk/events/ecir2010/

25th EuroCPR Conf – Policies for a digital Europe: Lessons Learned and
Challenges Ahead
March 28 – 30, 2010
Brussels, Belgium

http://www.eurocpr.org

First International Congress on Web Studies
March 3 to 5, 2010
Monterrey Tech, Toluca, México

http://webstudies.info/

Information Access for Personal Media Archives Workshop (IAPMA2010)
March 28-31, 2010
Milton Keynes, U.K

http://www.iapma2010.dcu.ie/

ABRIL

WEBIST 2010 – Intl Conf on Web Information Systems and Technologies
Valencia, Spain
April 7-10, 2010

http://www.webist.org/

Research Data Access and Preservation Summit
April 9-10, 2010
Phoenix, Arizona

http://www.asis.org/Conferences/IA10/ResearchDataAccessSummit2010.html

International conference on emerging technologies in academic libraries
2010
April 26–28, 2010
Trondheim, Norway

http://www.emtacl.com

IAALD2010 – IAALD 13th World Congress: Scientific and Technical
Information and Rural Development
April 26-29, 2010
Montpellier, France

http://iaald2010.agropolis.fr/

International Conference on Education, Training and Informatics: ICETI 2010
International Conference on Society and Information Technologies: ICSIT 2010
April 6 -9, 2010
Orlando, Florida, USA

http://www.2010iiisconferences.org/ICETI)

http://www.2010iiisconferences.org/ICSIT

Congreso Internacional de Información
19 al 23 de abril del 2010
Palacio de Convenciones de La Habana, Cuba

http://www.congreso-info.cu/

MAIO
JITP 2010 – The Politics of Open Source
May 6-7, 2010
Amherst, MA

http://www.umass.edu/jitp/

4th Int. Workshop on Modular Ontologies (WoMO)
May 11, 2010
Toronto, Canadá

http://www.informatik.uni-bremen.de/~okutz/womo4

2nd Qualitative and Quantitative Methods in Libraries International
Conference (QQML2010)
May 25-28, 2010
Chania, Crete, Greece

http://www.isast.org/

Libraries in the Digital Age (LIDA) 2010
May 24 – 28 May 2010
Zadar, Croatia, University of Zadar

http://www.ffos.hr/lida/

4th International Conference on Preservation and Conservation Issues in
Digital Printing and Digital Photography
May 27-28, 2010
London, UK

http://www.imaging.org/conferences/archiving2010

5th International Conference on Future Information Technology -
FutureTech 2010
May 21-23, 2010
Busan, Korea

http://www.ftrg.org/futuretech2010/

JUNHO

Information Literacy Research Seminar, as part of the CoLis7 Conference
June 23, 2010
London

http://colis.soi.city.ac.uk/program.html#ilseminar

International Conference on Ambient Systems, Networks and Technologies
(ANT-2010)
July 26-28, 2010
Wolfville, Nova Scotia, Canada

http://www.acadiau.ca/ant10/home.php

JCDL 2010 – Digital Libraries – 10 years past, 10 years forward, a 2020
Vision
June 21 – 25, 2010
Brisbane, Austrália, The University of Queensland

http://www.jcdl2010.org/

3rd International Multi-Conference on Engineering and Technological
Innovation: IMETI 2010
June 29th – July 2nd, 2010
Orlando, Florida, USA

http://www.2010iiisconferences.org/IMETI

39th LIBER Annual General conference
29 June – 2 July, 2010
Aarhus, Denmark, State and University Library

http://www.libereurope.eu/node/434

JULHO

The OR2010 Fifth International Conference on Open Repositories
July 6th – 9th, 2010
Madrid, Spain, at the “Palacio de Congresos”

http://or2010.fecyt.es

AGOSTO

76th IFLA General Conference and Assembly “Open access to knowledge -
promoting sustainable progress”
August 10-15, 2010
Gothenburg, Sweden

http://www.ifla.org/en/ifla76

SETEMBRO

2nd International Symposium on Information Management in a Changing World,
September 22-24, 2010
Ankara, Turkey

http://by2010.bilgiyonetimi.net/

14th European Conference on Digital Libraries
September 6-10, 2010
Glasgow, UK

http://www.ecdl2010.org

OUTUBRO

EKAW 2010 – Knowledge Engineering and Knowledge Management by the Masses
11th October-15th October 2010
Lisbon, Portugal

http://ekaw2010.inesc-id.pt/

FONTE: Lista Bib_Virtual do ibict

Dezembro 28, 2009

A vontade de estar no centro do mundo

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 11:54 am

A vontade de estar no centro do mundo.

Noticias vindas do EUA comprovam que a venda de livros eletrônicos
ultrapassou neste natal de 2009 a venda de volumes físicos de
informação. A Amazon fechou 2009 comemorando o sucesso de seu leitor
eletrônico de livros, o Kindle. No sábado. apos o natal de 2009, a
gigante do varejo eletrônico informou que no Natal vendeu mais livros
eletrônicos que de papel. E o Kindle foi o produto recordista de
vendas da história da Amazon.

O Kindle foi o presente mais comprado de nossa história afirmou em
comunicado o fundador da Amazon. Em nome da Amazon desejamos a todos
uma feliz nova leitura. completou.

O livro eletrônico, no entanto, ainda não dá o lucro desejado à Amazon
e o objetivo, por enquanto, é obter o domínio do mercado e o
estabelecimento definitivo da nova tecnologia.

Para esoecialistas do setor, uma das razões do sucesso do Kindle foi
que a Amazon prometeu entregar o Kindle antes do Natal para clientes
dos EUA e conseguiu. A última entrega expressa foi para um consumidor de Seattle, que
encomendou um Kindle à 1h43m do dia 24, recebendo o produto às 4h57m
do mesmo dia.

Segundo a Amazon, o pico das vendas foi no dia 14 de dezembro, com
mais de 9,5 milhões de pedidos em todo o mundo, o equivalente a 110
itens vendidos por segundo. (Fonte:Fonte: Jornal O Globo,edição
impressa,Economia, pg 16)

Nota :

Alguns países de tecnologia tardia apesar de experimentar um enorme
“efeito imitação” não possuem a infraestrutura necessária para operar
as tecnologias de ponta no acesso e traferência da informação, não
conseguem sequer entregar seus produtos aos usuário em um largo tempo
convencionado. É irônico, pois nestes mesmos locais as palavras da
“moda” são “inclusão social” e “inovação”. Estes países tardios ao
contrario da tendência do resto do mundo continuam comprando artefatos
de informação em suporte de papel, alguns a um preço absurdo de
milhares de dólares pela assinatura para satisfazer e beneficiar dois
ou três pesquisadores.

O mesmo acontece com o marketing de transmissão e acesso a dados pela
banda larga da Internet. Copiamos em tudo as tendências do mundo que
se preparou para fazer esta disponibilização, A banda dos
países tardios em infraestrutura é como uma estrada de terra de mão
dupla se comparada as autobans asfaltadas de 16 vias vindo para
download e 16 vias indo para o upload.

Fazem acreditar os locais de distribuição tardia estarmos vivendo na
modernidade das tecnologias de informação e comunicação. Uma
impressão provocada pelo marketing dos produtos de acesso móvel e de
transferência da informação mas que só enfeitam uma realidade que não
existe.

Dezembro 1, 2009

O conteúdo do aprendizado em um contexto digital

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 11:02 am

Tudo começou com a web 1.0, marcada pelo surgimento de sites estáticos, que não permitiam ao usuário realizar plenamente a sua participação com a interface gráfica da Internet. A web é um programa para se visualizar a Internet e web e Internet não são a mesma coisa. A web começou a mudar no início da década de 2000, com a web 2.0. É uma fase marcada pelo aproveitamento de aplicativos que estimulam a construção coletiva da informação.

Não se trata de uma revolução baseada na forma, mas no conteúdo, que sofre transformações ao permitir que o usuário crie, organize e edite informação em rede.

Já a web 3.0 prevê a organização e o uso inteligente de todo o conhecimento disponível na rede. Fala-se em convergência de mídias e mecanismos de busca mais intuitivos. Os sites passariam a deduzir o que o internauta quer através de suas demandas anteriores e por estudos de seu comportamento na web.

O mundo mal se adaptou aos efeitos da web 2.0, e já vem por aí com a web 3.0. Manter-se atualizado é um dos principais desafios de quem trabalha com o mercado digital. E de quem pretende ingressar nele. Para acompanhar a velocidade das informações e do surgimento de tecnologias, as instituições de ensino têm oferecido cursos voltados ao setor.

A maioria ainda é para a área de interesse do mercado como comércio eletrônico e TV digital. Já existe uma pósgraduação em “Marketing digital”, que aposta em uma Internet e plataformas online para estimular as vendas, o contato com clientes e a melhorar a a imagem de produtos e serviços da empresa via Internet.

Os cursos são direcionados a quem quer conhecer os benefícios que a Internet pode trazer para as empresas. Um consenso entre os especialistas é que as ferramentas de interação na Internet se estabeleceram e vão ficar ou se aprimorar: os blogs, o twitter e talvez o google wave. Diante do dinamismo do mercado, o importante não é dominar cada tecnologia, mas entender como as redes sociais potencializam o alcance das ações de toda a cadeia produtiva digital. O salário de um profissional desta área está entre R$ 7 mil e R$ 12 mil reais.

Exemplos de alguns cursos no eixo Rio/São Paulo com 360 a 500 horas aula:

Design digital: voltado para profissionais de marketing, comunicação e design. O curso conta com disciplinas como ambiente globalizado de negócios, gerência de marketing, arquitetura da informação e design de interação. O custo pode chegar a R$ 14.000,00.

Marketing digital – o curso aborda cultura, tecnologia e comunicação digital, publicidade e propaganda online e marketing e estratégia para negócios na web. O valor é de cerca de R$ 14.000.

Gestão estratégica de marketing digital – oferece conceitos e ferramentas para o profissional gerenciar equipes e projetos na área. Entre as principais disciplinas estão marketing móvel, conhecimentos em redes e direito eletrônico. O valor é cerca de R$ 10.000,00.

Gestão e estratégias em comércio eletrônico – direcionado a profissionais de qualquer formação que querem adquirir conhecimentos em gestão e estratégias na rede. O curso — inclui matérias como estratégias de varejo na internet e inteligência em negócios de comércio eletrônico. O valor pode chegar a R$ R$ 17.000,00.

Marketing e gestão de clientes – com disciplinas de gestão de marketing digital e comércio eletrônico. O valor pode ser até de R$ 6.000,00.

Fonte: Atigos no caderno Boa Chance do Jornal O Globo,edição impressa, domingo 29 /11/2009, pgs. 3, 4.

Novembro 15, 2009

Desafios de uma biblioteca na era dos nativos digitais

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 7:56 pm

Todos os setores de uma biblioteca estão enfrentando o desafio de mudançar para um ambiente digital onde já foram grande parte de seus leitores e esta palestra proferida por Dame Lynne Brindley, Chief Executive da British Library, dá uma visão desta preocupação quando uma biblioteca é uma instituição nacional.

Ao começar com uma visão geral de sua carreira nos serviços de biblioteca digital, Dame Brindley aborda alguns dos recentes desenvolvimentos de grande alcance no campo da informação, especialmente no Reino Unido: o crescente papel da estratégia de informação nos segmentos de mercado, o reconhecimento crescente do valor da gestão do conhecimento, a criação de bibliotecas completamente eletrônicas e a emergência dos usuários nativos digitais.

Estes pontos fornecem pano de fundo das seis questões que Dame Brindley acha que as bibliotecas realmente precisam prestar atenção para garantir a sua posição estratégica e continuar como instituições relevantes para a sociedade.

Estas questões são:

1) e-Ciência e e-pesquisa, a vida que existe além do documento
2) Web 2.0 e Web 3.0 – além das tecnologias,
3) Coleções especiais e conteúdos digitais,
4) Planos de letramento informacionaI para uma alfabetização no século 21,
5) medidas de preservação digital e acesso de longo prazo, e
6) Espaços especiais para os nativos digitais (inspiring spaces)

Estas questões são apresentadas detalhadas no texto que indicamos abaixo. Mas, quando você considera a posição e influência do autor deste artigo, o interessante são as questões identificadas e não tanto os detalhes envolvidos.

O artigo está disponível livre para ler e baixar no site do NFAIS. Este é um artigo de Brindley, Lynne J. “Challenges for Great Libraries in the Age of the Digital Native”

http://www.nfais.org/files/file/mc_lecture_2009.pdf

—————————————————————————
Nota: O artigo de Brindley, Lynne J. “Challenges for Great Libraries in the Age of the Digital Native”, foi tambem publicado no periódico Information Services and Use 29(1)(2009) Mais você precisa pagar para ter acesso ao texto na web O artigo está disponível livre para ler e baixar no site do NFAIS

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Novembro 1, 2009

Qual é a sua ONDA? Cuidado ela pode virar um TSUNAMI.

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 11:43 am

Cada geração e cada contexto atuam de uma forma diferenciada na rede

Pessoas de diferentes gerações se relacionam de formas distintas na Internet.Estudo do Pew Internet aponta que mais da metade da população adulta na Internet tem de 18 a 44 anos. Para um executivo da Box 1824, empresa que faz pesquisa de tendências, existe diferentes comportamentos entre as gerações. Sua empresa define três tipos de usuários de Internet.

Os primeiros são os nativos digitais, que têm de sete a 17 anos e se alfabetizaram e desenvolveram sua leitura na Internet. Sua maneira de ler é não linear. É uma geração que enfrenta dificuldades tanto para ler quanto para escrever textos lineares. É um público que possui uma grande capacidade de dispersão mentalmente organizada . Não desenvolveu uma relação intensa com os emails e prefere a comunicação instantânea. Quando a vida profissional exigir comunicação mais formal dos nativos digitais, provavelmente, os emails já tenham se modificado totalmente, como apontam iniciativas como o Wave.*

Os crescidos digitais têm de 18 a 30 anos, se alfabetizaram fora da Internet e desenvolveram a sua leitura na rede.É a geração-ponte, que possui a formação híbrida entre a leitura linear e a não-linear. Ainda possuem uma ampla capacidade de leitura e construção de textos lineares e adotam o email como uma de suas principais formas de comunicação. Possuem facilidade para lidar com novas ferramentas.

Os pré-digitais, por sua vez, têm de 30 a 50 anos são os pais ou os avós dos nativos. Seu comportamento de leitura foi delineado em um mundo linear do texto. Contudo, esse público se adapta rapidamente à evolução das tecnologias. Fonte: Folha online, Sábado, 31 de outubro de 2009
___________________________________________________________

* Wave é uma ferramenta online para a comunicação em tempo real e de forma colaborativa. A WAVE pode ser tanto um documento conversacional ou uma conexão onde as pessoas podem discutir e trabalhar em conjunto usando o texto com formatação, fotos, vídeos, mapas, e tudo mais que a midia digital online possibilita.

É um linguagear onde entra conversação e documentos. As pessoas podem se comunicar e trabalhar de forma compartilhada. Qualquer participante pode responder em qualquer parte da mensagem, editar o conteúdo e adicionar participantes no processo. A qualquer ponto da comunicação você pode rebobinar a Onda para ver ou ouvir ouvir o que foi dito ou escrito antes.

Uma transmissão em tempo real em que você pode limitar os participantes e as ferramentas da Wave mas que perde privacidade ou se limita muito a sua Onda tudo vira um email de luxo, que é tudo que uma Wave quer evitar ser confundida ou chamada.

Emails são muito bons para as pessoas se comunicarem de forma aberta com pessoas que elas conhecem bem. Foi projetado para ser estar em segredo e funciona muito bem quando se quer individualidade e confiança na conexão destinada.

Até que ponto um empresário com patente, ainda não registrada estaria disposto a discutir seu protótipo em uma Wave de convivência e troca de informações. As Interações em tempo real vão se tornar a moda dominante da cultura da Internet social por algum tempo no futuro. Mas, há que se pensar em cada contexto particular de comunicação e o modo ético e legal de cada espaço .

Uma Wave em convivência com livre entrada de participantes não seria um modo ideal de comunicação que prioriza a confiabilidade e a segurança da informação. Há que considerar como as condições do modo legal, da ética e dos costumes está determinado culturalmente em um determinado espaço social específico. Uma Onda bem intencionada para discussão de certos assuntos pode transformar-se em um Tsumani de aborrecimentos legais e éticos em determinados locais.

A ferramenta já esta operacional, em teste limitado, pelo Google só para grupos de usuários em locais selecionados.

http://wave.google.com/help/wave/about.html

Outubro 30, 2009

O estado da Blogosfera em outubro 2009

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 12:36 pm

O BlogWorld 2009 & New Media Expo foi no Las Vegas Convention Center neste meio de outubro de 2009, coma Conferência o BlogWorld & New Media. Esta é a única exposição e conferência dedicada a promover a dinâmica indústria das novas medias, incluindo: blogging, podcasting, social media, Online Video, Música, TV, rádio, jogos, entretenimento e Comunidades.

A conferência é pautada por seminários, painéis e palestras de personalidades icónicas na vanguarda da tecnologia on-line e internet. Se você está atualmente com interesses em blogging, podcasting, vlogging ou produzindo outras formas de conteúdo novos nos meios de comunicação, então você precisa ler o que foi dito nesta convenção.

Os responsáveis pelo site Technorati mostraram alguns dos destaques do seu relatório anual de Blogs em BlogWorld em Las Vegas.

Os pontos chaves trazidos na palestra dos responsáveis pela Technorati foram extraidos de uma pesquisa encomendada em 2009 com 2.900 blogueiros, realizada pela Penn, Schoen & Berland e abordavam a questão: Qual é para um blogueiro profissional o sucesso e a métrica deste sucesso? O que blogueiros de sucesso têm em comum?

As pesquisas indicaram que 72% dos blogueiros exercem a atividade só como um “hobby” e pelo prazer de produzir um blog. Neste percentual, acima, nenhum blogueiro recebe qualquer renda com seu blog e a sua recompensa é ter leitores para aquilo que escrevem. Destes montante de 72 % somente a metade se dedica a esta atividade por quarenta horas ou mais por semana.

Dois terços (75%) dos blogueiros profisssionais são homens entre 18 e 44 anos de idade e tem pelo menos uma graduação completa; 40% tem pósgraduação. A metade destes dois terços tem uma renda familiar de cerca de dez mil mensais. A maior parte dos blogueiros usa o Twitter, principalmente, para divulgar as postagens de seu blog.

A Conferência

http://technorati.com/blogging/article/day-5-twitter-global-impact-and/
http://www.blogworldexpo.com/
http://blogworldexpo09.sched.org/

Outubro 21, 2009

À Ancib na reunião de seus vinte anos

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 11:47 am

Para entender a criação da Ancib é preciso uma referência ao passado. Os poucos e iniciantes programas de pós-graduação em Ciência da Informação, por indução de agências de fomento do governo, começaram a realizar Encontros, desde o início de 1980, para discutir problemas comuns e procurar soluções para seu funcionamento e para uma fundamentação da área de conhecimento que se formatava. Havia interesse dessas agências em encaixar a informação em suas políticas nacionais de Ciência e Tecnologia a fim de seguir um padrão de valorização da informação adotada, então, internacionalmente.

Assim, aconteceu , a criação da ANCIB , ainda durante a realização dos encontros de pós-graduação para troca de idéias sobre problemas acadêmicos e administrativos dos cursos de pós-graduação. Esses encontros se estenderam de 1980 até 1994, quando foi realizado o décimo terceiro e último já como parte complementar da programação da recente criada ANCIB. Fundada cinco anos antes, em 1989, no Encontro dos Cursos de Pós, realizado em Brasília, a ANCIB tinha a finalidade de: “promover o desenvolvimento da pesquisa e de estudos avançados da Ciência da Informação e Biblioteconomia no Pais”, palavras de seu estatuto fundador, aprovado em Assembléia Geral de 23 de junho de 1989, por ocasião do X Encontro Nacional de Cursos de Pós-graduação em Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação.

Mas, na verdade, a ANCIB, com a exceção de um grupo pequeno e presente em 1989, era mais uma criação e esperança das agências fomentadoras para colocar a informação em papel de destaque no cenário técnico científico nacional. Havia necessidade de colocar em prática o plano chamado “Ação Programada em ICT” criado por uma das fomentadoras.

Este era um programa nacional de informação preparado pelo governo em conjunto com a comunidade de C&T e lançado em outubro de 1984. O Plano porém não conseguiu alavancar as ações que preconizava. Grande parte dos atos da ação programada exigiam um inovador olhar para o desenvolvimento do universo da informação no Brasil. Um olhar que demandava aceitação de novas técnicas e a necessidade se privilegiar o conteúdo do documento e sua disseminação apropriada ao invés de cuidar de sua forma e de seu acervamento para uso.

Em maio de 1994, uma fomentadora aprova o primeiro e único projeto de pesquisa apresentado pela ANCIB em nome de toda a área. O projeto constava de cinco subprojetos: (1) estudo da produção cientifica; (2) literatura cinza na CI; (3) mercado de trabalho da área; (4) balcão de informações no mercado emergente de CI; (5) o profissional e o mercado no âmbito do Distrito Federal.

Cada projeto era capitaneado por um pesquisador. A iniciativa de enorme valor de conteúdo e com condições agregativas não representou, contudo, o anseio de reflexão de todo o campo na época, nem demonstrava, no conjunto, um entrosamento conceitual com os princípios da nova área em termos de tecnologia. Esta informação de 1993 está documentada no 16º Informe em Ciência da Informação, boletim publicado então pela ANCIB em São Paulo. (Boletim anexado ao artigo).

Este informe indicava, também, a realização para outubro de 1993, em Belo Horizonte, do novo modelo de evento denominado Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, o encontro da Associação tinha ,então, a sigla ENPeCI, pois nessa primeira investida, se abandonava a denominação Biblioteconomia, mas só no título.

Esta independência foi curta. A descendência falou mais forte e o segundo encontro já foi realizado com o nome de Encontro Nacional de Ciência da Informação e Biblioteconomia (ENANCIB), onde o nome do Encontro denota a existência de duas “coisas” [CI e Biblioteconomia] que seriam “mesma coisa”.

É interessante notar que, em 1989, a data da criação da ANCIB , dois campos praticamente idênticos são colocados como espaços diferenciados para o ensino e a pesquisa da informação. O importante dessas observações do contexto remoto é verificar que a ANCIB não foi criada, unicamente, pela forte vontade e afinidade dos membros ativos pertencentes a uma área autônoma de conhecimento. Não nasceu a partir de um movimento de agregação para representar e ser a soma de uma preocupação de pesquisa ou uma associação com forte afetividade de interesses comuns e uma agenda partilhada.

Porém, desde sua criação, a Associação tem procurado direcionar e interpretar a área. Seus encontros nacionais são as reuniões mais importantes para aproximar e apreciar os rumos da informação como um campo de conhecimento em todos os campos de execução. Nesses encontros, a pesquisa é colocada em diferentes grupos como que para explicitar a significância de cada campo, dentro de um trabalho conjunto com a informação.

Quem se une a uma sociedade científica deve mostrar o desejo de participar do seu desenvolvimento e conhecer os relatos de como este progresso esta ocorrendo. É um caminhar juntos para participar de um destino comum. Só com essas condições pode uma associação ser forte e demandar, com intensidade reivindicatória, uma agenda de interesse comum. A ANCIB, com suas reuniões, vem incrementando a reflexão e o contexto político da área de informação.

Aldo de Albuquerque Barreto

Nota

- O artigo completo escrito para “Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação” Revista da ANCIB esta em
http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci

- O artigo está, também, em
http://aldoibct.bighost.com.br/aldo%20ancib.pdf

- O autor do texto abaixo foi Secretário Geral e depois Vice-presidente na fundação da ANCIB em 1989 foi o presidente da Associação por dois períodos consecutivos de três anos de 1997 / 2003.

Outubro 12, 2009

Sempre zombei de todo pensador que não zombou de si mesmo

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 8:44 pm

“Sempre zombei de todo pensador que não zombou de si mesmo”,
assim começa Nietzsche seu livro A Gaia Ciência.

A compreensão do mundo que nos cerca é uma busca incansável que começou com o florescer da consciência da humanidade. Tentar reconstruir uma história da ciência e tecnologia (C&T) e tentar entender o universo é uma característica que nos impulsiona desde a aurora dos tempos. Entender porque e como estamos aqui é uma caminhada sem fim.

O texto indicado rememora 20 anos de uma sociedade científica no Brasil com suas horas boas e suas dificuldades,

O autor do texto abaixo foi Secretário Geral e depois Vice-presidente na fundação da ANCIB a sociedade cientifica para a ciência da informação no Brasil, em 1989, foi o presidente da Associação por dois períodos de três anos de 1997 / 2003. Assim muito das situações colocadas no artigo estiveram para sua consideração e conclusão. As possíveis indicações críticas que existem obrigam o autor a criticar a si mesmo.

O artigo está, também, em
http://aldoibct.bighost.com.br/aldo%20ancib.pdf

Outubro 8, 2009

Para a inclusão digital e distribuição mais equitativa da informação

Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 3:28 pm

” Acontece, não raro, que em artigos de jornais ou em ensaios universitários alguns autores, diante da nova era do computador e da Internet, se refiram à possível “morte dos livros”. Porém, se os livros estiverem em via de desaparecer, como ocorreu com os obeliscos ou com os tijolos de argila das civilizações antigas, não será esse um bom motivo para abolir as bibliotecas. Ao contrário, devem sobreviver como museus que guardam as descobertas do passado, assim como guardamos a Pedra de Rosetta num museu porque já não estamos acostumados a entalhar nossos documentos em superfícies minerais ” [1]

Uma nova tecnologia de leitura se insinua e agora pode ter havido o empurrão que faltava para que os livros digitais se popularizem em todo o mundo. A livraria virtual Amazon anunciou o lançamento da versão internacional do Kindle, aparelho de leitura digital que permite a compra de publicações para clientes com residência em mais de cem países do mundo inclusive o Brasil. Eles poderão ter acesso a um catálogo de 350 mil títulos digitais à venda.

O aparelho para leitura estará disponível para usuários brasileiros, também via acesso em rede 3G, a mesma da transferência de dados de celular em alta velocidade. Na prática a versão digital de um livro poderá ser transferida para o Kindle da praia, em um ônibus, em uma sala de leitura da biblioteca ou de qualquer lugar com cobertura 3G.

A livraria virtual, em questão, promete que todo livro impresso, em qualquer língua, estará disponível em menos de 60 segundos para qualquer parte do mundo. Entre as publicações da América do Sul, o jornal O GLOBO foi a primeira a anunciar uma versão para o Kindle já a venda na Amazon. Editoras de livros também já começam a contratar. A Ediouro explica que, a partir de novembro, todas suas obras publicadas terão um corresponndente digita.

O Globo já está à venda no site da Amazon, ao lado de periódicos de outros países, como os americanos “New York Times” e “Washington Post”, o inglês “Financial Times”, o espanhol “El País” O Globo quer manter uma postura de inovação para caracterizar seus produtos.

Fonte: O Globo de 08/10/200, Edição impressa,Caderno Economia.

[1] Umberto Eco, Muito Além da Internet,

http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=16

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Nota da Lista:

A vinda do livro eletrônico não significa que o livro tradicional em papel acabará. O livro convencional existira, ainda, por muitos anos, até findar em um outro tipo de instituição como indicado por Umberto Eco no trecho que abre esta postagem. Mas todos aqueles que tratam com a informação em uma condição profissional não podem, por uma questão de afetividade ao veículo, ignorar uma nova tecnologia. É sabido que a tecnologia estabelecida lutará muito para continuar monopolista e fechar o mercado para a técnica emergente. Acontece com todas a inovações e em todos os campos.

O que não se pode negar é a necessidade de se examinar e a possibilidade de aceitar uma inovação que traz uma enorme sedução de inclusão digital e distribuição mais equitativa da informação. Quem visitar o Site da AMAZON verá que a “Encyclopedia of Library and Information Sciences, Third Edition, (Mar 1, 2009) by Marcia J. Bates and Mary Niles Maack” esta sendo comercializada em papel por $3,000.00 dólares americanos e via digital através do Kindle por $375 dólares americanos, cerca de um décimo do preço em papel.

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