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	<title>Aldobarreto&#039;s Blog</title>
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		<title>A nova perspectiva estrutural da exclusão digital no Brasil</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2012/01/25/a-nova-perspectiva-estrutural-da-exclusao-digital-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A organização internacional “Internet World Statistics” divulgou em janeiro de 2012 os números da internet no mundo e no Brasil. Na America do Sul e Caribe o número de usuários correspondem a 10 %,  do total de 2,7 bilhões de usuários da internet; cerca  40 % destes usuários da  America do sul e Caribe são [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=379&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/digital-divide2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-380" title="digital-divide2" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/digital-divide2.jpg?w=500&#038;h=657" alt="" width="500" height="657" /></a></p>
<p>A organização internacional “Internet World Statistics” divulgou em janeiro de 2012 os números da internet no mundo e no Brasil. Na America do Sul e Caribe o número de usuários correspondem a 10 %,  do total de 2,7 bilhões de usuários da internet; cerca  40 % destes usuários da  America do sul e Caribe são brasileiros. [3]</p>
<p>Assim, no Brasil, em 2011, existem temos: cerca de 80 milhões de usuários ativos (conectados) da Internet e 203 milhões de celulares ativos contados em 2010.</p>
<p>Todo país, seja subdesenvolvido ou desenvolvido, possui uma população economicamente ativa, essa parcela do contingente populacional representa todas as pessoas que trabalham ou que estão procurando emprego, são essas que produzem para o país e que integram o sistema produtivo atuante. A população de idade ativa, PEA,  está entre 16 e 65 anos de acordo com norma da Organização  Internacional do Trabalho (OIT).  Assim, o número de pessoas  com maior probabilidade para utilizar produtivamente a internet no Brasil segundo estatísticas disponíveis para a força de trabalho representa algo entre 80 e 90 milhões de brasileiros em 2011. [1,2]</p>
<p>Mas, se  o Brasil tem 80 milhões de usuários da internet e digamos uma força de trabalho de 85 milhões na demanda por estes serviços  a exclusão digital  não é mais o enorme “abismo” ou “fosso” tão comentado em indisciplinares textos de C&amp;T e da mídia. Há um modismo temático na contínua abordagem deste problema mas pouca pesquisa sobre o assunto. Fato é que o tamanho desta exclusão  deve ser  melhor examinado e refletido.</p>
<p>Por outro lado,  Ásia é a região do mundo com o maior número de usuários de Internet no mundo, respondendo por 42% do total de usuários, segundo o estudo &#8220;The State of the Internet&#8221;  2012. O uso da web dos Estados Unidos e da Europa somados fica bem abaixo dos usuários de Internet da Ásia.  Há uma hegemonia de domínio dos países orientais para as  informações e aplicativos da internet, principalmente: a China, Índia, Japão, Indonésia, Coreia do Sul, Filipinas e Tailândia.</p>
<p>Esta é uma posição que merece maior reflexão considerando os dez principais usos da internet seriam:  obter informação, comunicação online, vigilância tecnológica,   facilitador no processo de inovação, aumento da produtividade dos negócios, trabalho e pesquisa em  conjunto, marketing e compra e venda de produtos e serviços, transações comerciais em geral, educação online e entretenimento.</p>
<p>Estará o mundo mudando seu foco de influência e capacidade para outro espaço e não conseguimos perceber esta transformação por não haver um de distanciamento apropriado da realidade atual em que vivemos? Há uma nova historia do mundo se formando?</p>
<p>Aldo de A Barreto</p>
<p>Notas – A População Economicamente Ativa é um dado difícil de se averiguar, pois envolve  trabalho com diversas tabelas; o dado que apresentamos é uma aproximação feita  considerando as informações de  [1]  <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u26211.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u26211.shtml</a></p>
<p>e  [2]   <a href="http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/populacao-economicamente-ativa-brasil.htm">http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/populacao-economicamente-ativa-brasil.htm</a></p>
<p>[3]</p>
<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/usuc3a1rios-da-internet.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-382" title="usuários da internet" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/usuc3a1rios-da-internet.png?w=500&#038;h=436" alt="" width="500" height="436" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/379/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/379/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=379&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Formatos fixos: um adeus anunciado e esperado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:17:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um formato de informação era composto pelas inscrições gráficas representação de uma linguagem colocados  em uma determinada base fixa de suporte; uma agregação que compondo um todo simbolicamente significante e a sua inter-relação com este todo. Um texto linear percorre o significado seguindo um destino de linha reta; sem desvios,  direto a um final estruturalmente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=374&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/images.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="images" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/images.jpg?w=500&#038;h=371" alt="" width="500" height="371" /></a></p>
<p>Um formato de informação era composto pelas inscrições gráficas representação de uma linguagem colocados  em uma determinada base fixa de suporte; uma agregação que compondo um todo simbolicamente significante e a sua inter-relação com este todo. Um texto linear percorre o significado seguindo um destino de linha reta; sem desvios,  direto a um final estruturalmente requerido pelo formato. jà uma escritura digital  é denunciada pelo  traço de uma escrita com a intenção em se aproximar de uma nova grafia, ainda em se fazendo. A escritura digital é de alguma forma, externa ao código comum, pois agrega outros sentidos ao entendimento e não se prende  a visão linear,de folhetim.</p>
<p>A atualidade mostra, sem muitos terem percebido, uma mudança estrutural no formato da informação  que esta deixando o papel, a celulose, o vinil e a tinta. Convivemos agora, intensamente, com modelos  abertos sem territórios fixos e operamos  em um o estado emotivo do pensamento com aquela sensação de não conseguir ainda achar as palavras certas para finalizar o que queremos dizer.</p>
<p>Cada vez mais lemos  através da tela do computador pessoal ou dos variados gadgets eletrônico de leitura. São pixels de fósforo, que ligam e desligam como lampiros  que se dissipam imitando os mecanismos do próprio pensar. O interesse na leitura digital e suas condições vagueantes, é a sedução da viagem por espaços sem formatos ou territórios demarcados. Virtualizam-se as bases fixas de inscrição das narrativas.  O que não significa que o conteúdo destes formatos acabou: o livro, a fotografia, a musica, o cinemas já estão digital.  O antigo formato esta em acabamento progressivo e esta opção é técnica é econômica e é mais justa socialmente.</p>
<p>Os jornais de hoje,  20 Janeiro de 2012, dão conta do fechamento da Kodac de sua máquina e seus suportes  fílmicos, inclusive o kodachrome, ícones da fotografia em celulose  há 130 anos.  A Polaroid já tinha ido antes, a empresa fechou suas fábricas de máquinas e filmes para seu apetrecho de fotos impressas instantâneas.  Mas, nunca se fotografou tanto como agora: fotografias em alta definição digital.</p>
<p>Os cinemas já deram  adeus ao velho 35 mm. Sistemas de projeção digital facilitam a vida de distribuidores e exibidores. A qualidade  digital da projeção melhora as condições de recepção. Acabaram os problemas de armazenamento e distribuição difícil e onerosa. O filme é transformado em arquivo digital e armazenado em um servidor que o envia por satélite para recepção em todo o mundo.</p>
<p>As gravadoras começam  a comercializar música em mp3 para venda direta  ou em cartões digitais só de leitura  que como um pen drive traz mais músicas que um CD. Um cartão magnético de memória é inserido no &#8220;slot&#8221;  USB do aparelho de som. Não risca, não arranha, não mofa, o espaço de armazenagem é muito pequeno, o custo menor. Quem colecionava vinil deve abrir espaço para a coleção de cd-rom  de musica já está se despedindo e levando com ele o primo rico bluray.</p>
<p>A transmissão da voz e de músicas  por rádio digital foi aprovada pelo governo. A nova tecnologia começa a funcionar em caráter experimental, em 12 Capitais.  O rádio digital permite a compressão dos sinais de voz, abrindo o canal de rádio para a transmissão de dados como textos e imagens. O rádio digital  permitirá a transmissão de até três programas simultâneos, na mesma frequência, para públicos diferentes.</p>
<p>Os suportes físicos e fixos de inscrição da informação acabaram.   Saudosistas se agarram as tecnologias antigas,  pois mudar é sempre difícil operacionalmente e psicologicamente.  Mas é uma benção podermos viver o nosso tempo,  livre das amarras de um passado que &#8230;passou.</p>
<p>Aldo de A Barreto</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=374&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Um interesse ilumiminado</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 20:15:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um interesse ilumiminado, citando: Muito do que descobri na minha me me iluminou sobre o grau em que estamos programados pela nossa ambiência, cultura e instituições. O agir com auto-interesse esclarecido coloca a razão na implementação de uma atuação. &#8220;Enlightened auto-interesse&#8221; é uma filosofia ética que afirma que pessoas que agem para promover os interesses [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=368&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/enlightenment-light1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-370" title="enlightenment light" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/enlightenment-light1.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p>Um interesse ilumiminado, citando:</p>
<p>Muito do que descobri na minha me me iluminou sobre o grau em que estamos programados pela nossa ambiência, cultura e instituições. O agir com auto-interesse esclarecido coloca a razão na implementação de uma atuação.</p>
<p>&#8220;Enlightened auto-interesse&#8221; é uma filosofia ética que afirma que pessoas que agem para promover os interesses dos outros (ou os interesses do grupo ou grupos a que pertencem), em última análise, servem a seus próprios interesses.</p>
<p>Eu quero acreditar em um futuro social e econômico que é de convívio e cooperação vibrante, próspero, trazendo uma vida melhor para todos. Devemos viver com paixão, manifestar os nossos sonhos, e não causar sofrimento aos outros neste processo. Estamos engajados em um processo de aprendizagem e melhoria que praticamos em convívio e mutuamente. Cooperando não colaborando. É necessario nos divertimos jogando os jogos infinitos e ainda ter o trabalho feito. Estamos vivos e futuro é agora.</p>
<p>Então Giddy up (pra frente).</p>
<p>Fonte: Venessa Miemis in Core Principles for the New Economy: Human Agency &amp; Enlightened Self-Interest<br />
<a href="http://bit.ly/yhy0ed">http://bit.ly/yhy0ed</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/368/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/368/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=368&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Leia e pense !</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 13:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[pesquisa em]]></category>
		<category><![CDATA[rafael capurro]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia e pense ! Uma entrevista de  Aldo A Barreto realizada no ano de 2002 Observação:  Esta entrevista foi realizada por e-mail no mês de Outubro de 2002, há dez anos atrás,  por Leonardo Melo  então estudante de Biblioteconomia da Universidade Federal Fluminense. Posteriormente foi citada por Rafael Capurro e outros autores, aparecendo referenciada  nas buscas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=361&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Leia e pense !</strong></p>
<p align="center"><strong>Uma entrevista de  Aldo A Barreto realizada no ano de 2002</strong></p>
<p><strong>Observação:</strong>  Esta entrevista foi realizada por e-mail no mês de Outubro de 2002, há dez anos atrás,  por Leonardo Melo  então estudante de Biblioteconomia da Universidade Federal Fluminense. Posteriormente foi citada por Rafael Capurro e outros autores, aparecendo referenciada  nas buscas dos browsers da internet, mas a entrevista em si desapareceu da web com a finalização do site que a hospedava [ http://www.leiaepense.kit.net] . Por esta razão disponibilizamos o documento neste blog, atendendo a quem procurava a referência. Vale notar que são reflexões recorrentes  para o ano de  2002 e que muitos dos temas abordados foram republicados depois em outros documentos que publicamos.</p>
<p>Leonardo Melo: Quais os obstáculos aos profissionais da informação que desejam dedicar-se à pesquisa em C.I. no Brasil? Apenas a ausência de políticas públicas de incentivo à pesquisa? Em que medida as condições de formação profissional, a partir da graduação, estabelecem limites ou favorecem o caminho da pesquisa na área?</p>
<p>ALDO BARRETO: Nesta contemporaneidade (fim e início de século) fica realçada a transitoriedade da realidade e mais ainda do setor de informação, que sofre influência direta de tecnologias intensas em inovação e em constante mutação. Estas tecnologias são derivadas da microeletrônica e da telecomunicação, com suas técnicas  correlatas de processos, insumos e equipamentos.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Informação se coloca nesta realidade emergente como um anseio do Estado e uma esperança da sociedade. Ao examinar esta situação observa-se, desde agora, dois posicionamentos que necessitam de um equilíbrio harmônico: o primeiro relacionado a uma infraestrutura técnica de modems, protocolos de transferência de dados e rede nacional de telecomunicações pretendendo ao ampliar o acesso às redes eletrônicas promover a democratização da informação. O segundo, não negando a necessidade do desenvolvimento de uma infraestrutura nacional de tecnologia de informação, procura refletir sobre o conteúdo da informação, as aplicações desta rede e como os significados associados á estes conteúdos poderão ser repassados à sociedade criando uma relação informação, conhecimento e desenvolvimento humano.</p>
<p>Este novo cenário de espaços desterritorializados privilegiará, ainda, parcerias e trabalhos cooperativos, associações nacionais e supranacionais. O profissional da informação quando executando suas práticas como suas pesquisas, pensa na fundamentação e explanação da área; este é um profissional em continua e constante mutação, precisando sempre e continuamente de novos conhecimentos.</p>
<p>“Eu só amo aqueles que sabem viver como que se extinguindo, porque são esses os que atravessam de um para o outro lado”.[i] As palavras citadas são uma referência de posicionamento para o trabalhar com a informação.  O profissional desta área se encontra, nesta atualidade como se em um ponto no presente entre o passado e o futuro.   Convive com tarefas e técnicas tradicionais de sua profissão, mas precisa atravessar para uma outra realidade, onde estão indo seus clientes e aprender conviver com o novo e o inusitado, numa constante renovação da novidade. Estas são mudanças dinâmicas em um estático panorama do ensino no Brasil, principalmente nesta área e na graduação. Não se pode atribuir culpa excessiva às políticas públicas; o pensar e o fazer de uma área de conhecimento é em grande parte um privilégio e um dever daqueles que nela trabalham.</p>
<p>Na língua inglesa existe uma diferença fundamental entre as palavras &#8220;policy&#8221; e &#8220;politics&#8221;. Policy significa o conjunto de procedimentos para a execução de uma ação; é o lugar dos programas e planos de execução dos projetos e anteprojetos dos &#8220;green papers&#8221;, os livros verdes. A arte de governar e’ explicitada, e o governado participa ativamente da policy, neste momento, ainda, com um sentido como que, privado em referência a sua aceitação na sociedade.</p>
<p>Já &#8220;Politicts&#8221; representa a ação do Estado, grupo organizado com seus cidadãos. È o lugar onde, as atividades, as ações se exercem entre os homens correspondendo a uma condição da pluralidade. A arte de governar torna-se a prática de governo. Aqui os projetos adquirem a condição onde, suas ações devem afetar os seres humanos em uma circunstância de igualdade e de aceitação recíproca.</p>
<p>Se o governo escolhe e executa o objeto da ação ele determina o curso dos acontecimentos; pode até estar fazendo um bom planejamento, mas não um planejamento com as características participativas, pois, estará determinando ao mesmo tempo a policy e a politics. A arte de governar implica em uma articulação com quem utilizara&#8217; ou sofrera&#8217; as consequências do objeto planejado. De outra forma o plano dificilmente se fará ação, quedará pelo peso inerte e desbalanceado de um discurso de intenções e perecerá no esquecimento das gavetas.</p>
<p>Pois assim as ações da área de informação não dependem, unicamente, da orientação do governo A área peca por: “incompetência tecnológica”, “individualismo exacerbado” e a “formação clusters de trabalho por relações sociais secundárias e não por merecimento ou competência”.</p>
<p>Leonardo Melo: A atitude investigativa está somente na pesquisa de trabalho acadêmico?  A elaboração de um tesauro ou de uma tabela de temporalidade requerem também uma atitude investigativa? Quais as diferenças fundamentais?</p>
<p>Aldo Barreto: O “lócus” privilegiado para pesquisa é a academia: sociedade ou congregação, particular ou oficial, com caráter científico, mas não somente a universidade.  Segundo o presidente da Academia Brasileira de Ciências Eduardo Moacyr Krieger no Jornal da Ciência E-Mail da SBPC de 01/agosto/2001 &#8211; No. 1843:</p>
<p>“Nos EUA, por exemplo, dos 270 milhões de habitantes, um milhão de pessoas se dedicam à C&amp;T e 85% estão no setor privado. Apenas 15% são encontrados na Universidade. Os PhDs estão trabalhando majoritariamente na indústria, completou”.  No Brasil é o inverso. Dos 80 mil dedicados à ciência e tecnologia, 90% estão no setor universitário e entre 6% e 7% se dedicam ao setor produtivo. A pesquisa cientifica brasileira anda lenta com relação aos países do Primeiro Mundo e ha&#8217; enormes diferenças regionais. Enquanto o Sudeste concentra 80% desses estudos, o Nordeste tem apenas 15%. Anualmente são obtidos 4.109 títulos de doutor em Universidades do Centro-Leste do país e apenas 147 em Universidades do Nordeste. Ele lamentou que as instituições privadas e a indústria não investem no setor, ao contrario do que ocorre nos países desenvolvidos.</p>
<p>A pesquisa tem características peculiares no Brasil. Há ainda que se conceituar pesquisa para uma melhor clareza da resposta à sua pergunta: Entendemos que uma pesquisa é um processo orientado para expandir as fronteiras do conhecimento; representa uma investigação ordenada e original que é coerente com uma linha de pensamento conceitual e teórica; segue uma intenção de mostrar evidências, através de um método racional de ação e experimentação e tem sempre a intenção de descobrir novas fronteiras de atuação e aplicação para um determinado campo de conhecimento.</p>
<p>Uma pesquisa possui assim os ingredientes básicos:</p>
<p>·        tem clara  intenção de produzir novo conhecimento;</p>
<p>·        é uma investigação ordenada, racional e original;</p>
<p>·        tem uma base conceitual evidente, claramente explicada;</p>
<p>·        possui um caminho claro, preciso e racional para atingir sua meta.</p>
<p>Nesse sentido, as elaborações de um tesauro, de umas bases de dados ou umas tabelas de temporalidade podem resultar de uma atitude investigativa de alto nível. Mas uma atitude investigativa sobre um objeto não o qualifica como uma pesquisa. No meu entender, os estudos acima indicados não se qualificam como uma pesquisa, embora possam resultar como subproduto de uma pesquisa. As palavras chaves para se determinar uma pesquisa são: originalidade, novidade, acréscimo do conhecimento revelado à base teórica da área.</p>
<p>Leonardo Melo: A gritante falta de recursos financeiros e recurso humano na pesquisa em Ciência da Informação no Brasil resulta de quais fatores, além da carência de verbas para tal?</p>
<p>Aldo Barreto: Existe uma falta de recursos que é própria da vida de um país como o nosso agravado pela discriminação orçamentária das áreas de ciências humanas e ciências sociais aplicadas. Existe uma explicação geral e específica para isto. A geral seria que: em um mundo global volta o pensamento das vantagens comparativas de Ricardo; os países do centro que possuem densidade em: pesquisa, laboratórios, técnicas, aparatos, recursos humanos e recursos financeiros fariam a pesquisa de ponta, inovadora. Os países da periferia consumiriam e/ou adaptariam esta pesquisa, pois não teria sentido duplicar. Não confunda, aqui, o pensamento colocado como sendo minha opinião.</p>
<p>A explicação específica seria a de as ciências humanas e sociais tem como objeto amplo o homem em seus espaços de convivência; são contextuais e explicam uma determinada realidade pesquisada, não possuem o grau de generalização das exatas. Daí seu interesse ser local mais que uma pesquisa de física nuclear de resultados gerais aqui no país como no resto do mundo. As ciências do homem sofrem também do que já falamos: um individualismo excessivo e uma forte agregação de seus membros por relações sociais secundárias, mais que por competência.</p>
<p>No Diretório dos Grupos de Pesquisa as informações enviadas pelas Instituições são aceitas como verdade. Não é função dos preparadores do diretório avaliar o material recebido, até porque o mesmo já passou pela avaliação, por exemplo, do diretor do Instituto ou do vice-reitor acadêmico da Universidade. Assim na formação dos grupos de pesquisa as condições que falamos no parágrafo anterior têm bastante influência. Pelo meu conhecimento da área pressinto que, somente, 40 % dos grupos em ciência da informação existem realmente ou quando existem estão fazendo pesquisa, o que vale, também, para o número de pesquisadores. É uma obrigação de cada comunidade se autoregular e indicar ao CNPq, autor do Diretório, estas irregularidades, quando da discriminação do conteúdo dos 78 projetos.</p>
<p>Leonardo Melo: A &#8220;juventude&#8221; da área (entre outras características) é em si um atributo negativo ou também aponta para desafios positivos de uma área historicamente recente?</p>
<p>Aldo Barreto: Uma área de conhecimento não pode se justificar durante uma geração inteira com a desculpa de “ser uma área nova”, compensando assim seus achaques existenciais. A ciência da informação tem mais de 50 anos, já é uma senhora. A sua irmã Biblioteconomia conviveu com tempos infindos. A juventude é a esperança da área em sua sobrevivência; área atualmente, envelhecida e cansada das lutas para subsistir no mundo e nos seus espaços de convivência, luta por respeito acadêmico, competência, produtividade e ideias novas.</p>
<p>Não resta muito tempo; a juventude deve se assenhorear desta continuidade tão rápido quanto seja possível.  Nossa missão está cumprida da forma como conseguimos cumprir. Que nos fique o aconselhamento, os escritos e as escrituras e a esperança de que nosso trabalho não tenha sido em vão. Domenico de Mais, socióloga do trabalho, diz que o problema de desemprego dos jovens seria solucionado, se seus pais passassem a trabalhar meio expediente, ou melhor, abrissem uma vaga inteira no mercado de trabalho.</p>
<p>Leonardo Melo: Dadas as atuais características da Ciência contemporânea, será que pode haver dúvidas de que a informação é o objeto de estudo da Ciência da Informação?</p>
<p>Aldo Barreto: Realmente não sei. Tenho que pensar primeiro no que considero o objeto da ciência da informação. Objetivos bem definidos, para uma área de estudos norteiam todo o pensamento subsequente em sua estruturação. Orientam sua pesquisa, o seu ensino, delimitam suas fronteiras, às inter-relações com outras disciplinas e o seu núcleo temático.</p>
<p>Neste final de século e devido a sua interação com uma tecnologia intensa, a ciência da informação redefine o conteúdo e a prioridade de seus objetivos frequentemente. Há cinco anos seria difícil ver como um dos objetivos da ciência da informação o estudo de bibliotecas virtuais, periódicos científicos on-line, correio eletrônico, listas de discussão eletrônica. Mas defino como o objeto da ciência da informação como: “ A ciência da informação se preocupa com os princípios teóricos e as práticas da criação, organização e distribuição da informação. Estuda os fluxos da informação desde sua criação até a sua utilização pela transmissão ao receptor em uma variedade de formas e através de uma variedade de canais; mostra a Essência de um fenômeno de transformação, entre uma linguagem do pensamento de um emissor para uma linguagem de inscrição de uma informação e a passagem para uma possível apropriação do conhecimento pelo receptor em sua realidade, onde se processa sua odisseia individual de desenvolvimento.”</p>
<p>Vista assim a ciência da informação só se explicaria como  uma ciência interdisciplinar. Creio que a abrangência da ciência da informação pertence a diferentes mundos e às suas interações.  A importância relativa, desses mundos, em um determinado tempo, estará indicada pela prioridade que os seus atores colocam no de valor, das intercessões e dos espaços delineados pelos três mundos da informação, desenhados abaixo com inspiração em Karl Popper[ii].</p>
<p>É na articulação destes espaços mundo, em suas prioridades, que estão localizadas: a pesquisa o ensino, a interdisciplinaridade e a atuação do profissional em Ciência da Informação.</p>
<p>LEONARDO MELO: A informação é o bem maior de uma sociedade globalizada?</p>
<p>Aldo Barreto: Que forma de atuação da informação eu perguntaria primeiro. Quando falamos dos estoques de informação, os acervos, o quantum de informação armazenado, penso que, poderíamos dizer que, este é um dos artefatos com que opera a sociedade globalizada, ou melhor, a sociedade globalizada opera com a posse e a distribuição dos estoques de informação. Mas veja, estoques estáticos de informação institucionalizada não geram conhecimento. Existem como possibilidade, como potência na condição de gerar conhecimento. Os livros todos nas estantes da Biblioteca Nacional, por exemplo, em seu estado estático de estoque não geram qualquer conhecimento.</p>
<p>Para que o conhecimento opere é necessária uma transferência desta informação par a realidade dos receptores e uma conjuntura de apropriação desta informação pelo individuo. Nesse momento nada é menos globalizado que a informação, pois nada é mais subjetivo e privado e individual que, a assimilação do conteúdo de uma informação pelo receptor. Nesta solidão de assimilação o receptor é uno e a apropriação da informação é dele e de mais ninguém. Wittgenstein [iii] fala sobre este momento com solenidade; “não podes ouvir Deus a falar com outrem só o podes ouvir se fores tu a pessoa a quem a palavra é dirigida. Isto é uma observação gramatical”. Neste fluxo de passagem a informação é totalmente individual.</p>
<p>Leonardo Melo: Diante da nossa realidade e da complexidade em formular conceitos da ciência da Informação, poderíamos dizer que é necessário deixar um pouco de lado questões teóricas de definição para nos dedicarmos um pouco mais no desenvolvimento de ações sociais?</p>
<p>Aldo Barreto: Não acho que seja uma barreira a formulação de conceitos para a ciência da informação.  Formulei-os à vontade nessa entrevista. Penso que é imprescindível não deixarmos de lado as questões teóricas, sob pena de não sabermos mais, onde estamos e o que fazemos. Entre outras coisas a teoria explica as práticas, as aplicações a as coloca em um mesmo tecido, com consistência e sentido de pertencimento a um todo coerente.</p>
<p>Aliás, só a teoria me permite alongar a sua pergunta quando penso que:</p>
<p>As estruturas de informação (documentos) são armazenadas ou estocadas no que, denominamos de estoques de informação. Estes agregados podem ser tais como: acervos em bibliotecas ou outro centro de informação ou documentação, bases de dados, arquivos ou estoques em um outro meio eletrônico. O destino final de qualquer agregado de informação pode ser expresso em três equações básicas:</p>
<p>a) K= f (I)</p>
<p>O conhecimento é uma função da informação, como colocado na definição que assumo para a informação: estruturas simbólicas com a intenção de gerar conhecimento no individuo, e seu grupo social.</p>
<p>b) D = f (K)</p>
<p>O desenvolvimento do indivíduo e da sociedade é função do conhecimento acumulado como estabelecido por elementos da teoria econômica e da própria condição humana; e assim operando a e b:</p>
<p>c) D = f (I)</p>
<p>O desenvolvimento é uma função da informação.</p>
<p>Assim é nossa crença que o destino final, o objetivo do trabalho com a informação é promover o desenvolvimento do indivíduo de seu grupo e da sociedade. Entendemos por desenvolvimento de uma forma ampla, como um acréscimo de bem estar, um novo estágio de qualidade de convivência, alcançado através da informação. A ação social maior é fazer a luz brilhar para cada ser humano através da informação como mediadora do conhecimento, a luz nos homens. Agostinho, o Santo na sua conversão clamava: “de que adianta esta luz Senhor, se ela não brilha em mim”.</p>
<p>Notas:</p>
<p>[i] Nietzsche, F. &#8211; Assim Falava Zaratustra, Editora Tecnoprint S.A, Rio de Janeiro, [sem data], primeira parte, Preâmbulos.</p>
<p>[ii] POPPER, Karl, Objective Knowledge, Oxford University Press, 1979</p>
<p>[iii] Wittgenstein, L., Zettel, Edições 70, Lisboa, 1981.</p>
<p>Os mundos da Informação</p>
<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/entrevista.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-362" title="entrevista" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2012/01/entrevista.png?w=500&#038;h=226" alt="" width="500" height="226" /></a></p>
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		<title>Os números de 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:03:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog. Aqui está um resumo: Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 5.100 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse. Clique [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=357&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.</p>
<p><a href="/2011/annual-report/"><img src="http://www.wordpress.com/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/emailteaser.jpg" alt="" width="100%" /></a></p>
<p>Aqui está um resumo:</p>
<blockquote><p>Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de <strong>5.100</strong> vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.</p></blockquote>
<p><a href="/2011/annual-report/">Clique aqui para ver o relatório completo</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/357/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/357/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=357&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Este é um admirável mundo novo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 21:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Business 2.0 é uma publicação do portal CNN Money que está sempre atenta aos direcionamentos da tecnologia. Ela publicou uma lista de 31 empreendimentos desenvolvidos fora dos Estados Unidos que podem mudar (ou influenciar) nosso comportamento na realidade em que vivemos. 1. O Joost (Inglaterra) é uma promessa de convergência entre a Internet e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=350&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><strong><strong><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/09/oh_brave_new_world_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="Oh_Brave_New_World_" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/09/oh_brave_new_world_.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></strong></strong></div>
<p>A Business 2.0 é uma publicação do portal CNN Money que está sempre atenta aos direcionamentos da tecnologia. Ela publicou uma lista de 31 empreendimentos desenvolvidos fora dos Estados Unidos que podem mudar (ou influenciar) nosso comportamento na realidade em que vivemos.</p>
<p>1. O <a href="http://www.joost.com/">Joost</a> (Inglaterra) é uma promessa de convergência entre a Internet e a TV. A idéia é oferecer uma programação de alta qualidade sob demanda, agregando serviços interativos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mensageiro_instant%C3%A2neo">comunicação instantânea</a> aos usuários do serviço. O Joost tem sangue nobre visto que seus pais, o dinamarquês Janus Friis e o sueco Niklas Zennström, já promoveram duas grandes revoluções no mundo da tecnologia. Em 2000, ao criar o KaZaA, os idealizadores do Joost abalaram os alicerces da indústria fonográfica. Em 2004, quando criaram o Skype, sacudiram o mercado de telefonia. Será que agora eles vão conseguir fazer a mesma coisa com a televisão?</p>
<p>2. O <a href="http://www.trivop.com/">Trivop</a> (França) é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup">mashup</a> baseado no Google Maps que funciona como um guia multimídia para hotéis. O site publica vídeos sobre hotéis de diversas cidades européias. Dessa forma, um viajante pode conhecer virtualmente a infra-estrutura dos hotéis antes de fazer uma reserva. Essa idéia simples pode evitar muitas frustações em uma viagem de férias!</p>
<p>3. O <a href="http://www.babelgum.com/">Babelgum</a> (Itália) também é um serviço que usa a tecnologia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P">peer-to-peer</a> para transmitir programação televisiva sob demanda, como o Joost. Apesar da idéia não ser mais tão inovadora, o Babelgum possui um diferencial interessante: ao invés de oferecer conteúdo gerado por grandes nomes como Warner ou MTV, ele publica conteúdo de pequenas produtoras independentes.</p>
<p>4. O <a href="http://www.myubo.com/">Myubo</a> (Eslováquia) é um site de compartilhamento de vídeos como o YouTube. O principal diferencial é que ele também oferece alguns canais televisivos por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Streaming">streaming</a>. A programação da <a href="http://www.myubo.com/livetv_detail.php?id=43">Rapture TV</a> é bastante interessante.</p>
<p>5. O <a href="http://www.mtouche.com/">mTouche</a> (Malásia) é um provedor de tecnologia móvel que lançou em abril o M-Bit, a primeira rede de distribuição de contéudo peer-to-peer para telefones celulares. Essa tecnologia inicialmente estará disponível no Japão e na Coréia onde a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4G">4G</a> já é uma realidade.</p>
<p>6. O <a href="http://www.rebtel.com/">Rebtel</a> (Suécia) é um serviço que permite fazer ligações telefones celulares em diversos países para pagando o custo de uma ligação local. Se você e seus amigos estiverem nos <a href="http://www.rebtel.com/en/Rates/Rebtel-countries/">países habilitados</a>, existe um <a href="http://www.rebtel.com/en/How-it-works/Dont-click-here/">procedimento bruxo</a> para fazer a ligação gratuitamente. É uma solução bastante inteligente, especialmente porque não exige a instalação de nenhum software. A inscrição já garante um bônus de 10 minutos!</p>
<p>7. O <a href="http://www.widsets.com/">WidSets</a> (Finlândia) oferece milhares de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Widget">widgets</a> para celulares que funcionam como pequenas aplicações, trazendo conteúdo da Internet onde quer que você esteja. Agora você pode consultar a Wikipedia, ver fotos no Flickr, ou ler o MeioBit de qualquer lugar!</p>
<p>8. O <a href="http://www.bezurk.com/">Bezurk</a> (Singapura) é um sistema de busca especializado em viagens, onde é possível pesquisar e comparar preços de passagens aéreas, estadias, pacotes turísticos e aluguéis de carro. O site possui uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_do_utilizador">interface</a> bastante intuitiva e amigável.</p>
<p>9. O <a href="http://www.tractis.com/">Tractis</a> (Espanha) é um serviço para gerenciamento de contratos online, que facilita atividades como edição, negociação e assinatura. O respaldo jurídico é garantido pelo uso de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assinatura_digital">assinaturas digitais</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Smart_card">smart cards</a>. O meio ambiente agradece pela redução da papelada.</p>
<p>10. O <a href="http://www.maxthon.com/">Maxthon</a> (China) é o segundo browser mais popular da China, ficando atrás apenas do Internet Explorer. Como isso aconteceu? Os desenvolvedores incluiram uma forma de burlar a censura do governo chinês a alguns sites e mecanismos de busca usando um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy">web </a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy">proxy</a>.</p>
<p>11. O <a href="http://www.sky-click.com/">Sky-Click</a> (Suiça) é um serviço baseado no Skype que permite que pequenas empresas criem seus Serviços de Atendimento a Clientes sem os elevados custos de infra-estrutura. O processo é bem simples. Primeiramente, é necessário registrar uma conta com os respectivos atendentes (eles cobram uma mensalidade de US$ 10.00 por cada um). Em seguida, é preciso adicionar um botão no site para que os clientes possam solicitar o atendimento via Skype. O Sky-click administra a fila de solicitações, integrando-se ao Skype através de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plugin">plugin</a>. Também há um módulo de integração com o <a href="http://www.salesforce.com/">Salesforce.com</a> para os usuários desse serviço de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CRM">CRM</a>.</p>
<p>12. O <a href="http://www.stardoll.com/">Stardoll</a> (Suécia) foi desenvolvido para garotas de 7 a 17 anos de idade. As usuárias podem brincar de vestir celebridades como <a href="http://www.stardoll.com/en/dolls/563/Adriana_Lima.html">Adriana Lima</a> e <a href="http://www.stardoll.com/en/dolls/51/Gisele_Bundchen.html">Gisele Bündchen</a>, gastando seus Stardollars na compra de acessórios virtuais no <a href="http://www.stardoll.com/en/starplaza.php">StarPlaza</a>. A conversão de moeda real para Stardollars pode ser feita através do cartão de crédito ou PayPal. É um modelo de negócio muito parecido com o do Second Life, mas direcionado para um público diferente.</p>
<p>13. O <a href="http://www.burrp.com/">burrp!</a> (Índia) permite compartilhar a opinião dos usuários sobre restaurantes e bares das cidades indianas. O site é útil se você precisa saber onde comer uma boa pizza em Mumbai.</p>
<p>14. O <a href="http://ohmynews.com/">OhMyNews</a> (Coréia do Sul) é um jornal online construído com a participação dos usuários que submetem notícias e comentários. Aproximadamente, 80% do conteúdo do jornal é gerado pelos próprios usuários, e somente o restante é produzido por uma equipe de 55 pessoas contratadas. A influência do site na Coréia do Sul é impressionante, inclusive acredita-se que o OhMyNews teve <a href="http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?sec=technology&amp;res=940DE6D7153FF935A35750C0A9659C8B63">participação decisiva</a> nas eleições presidenciais de 2002. Se seu coreano estiver enferrujado como o meu, dê uma olhada na <a href="http://english.ohmynews.com/">versão em inglês</a> do site.</p>
<p>15. O <a href="http://www.keotag.com/">Keotag</a> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Caled%C3%B3nia">Nova Caledónia</a>) é uma ferramenta que agrega os resultados das buscas por tags em 18 sites diferentes: Technorati, Blinklist, del.icio.us, Furl, Google, IceRocket, BlogDigger, Live Search, Bluedot, Newsvine, BlogPulse, Feedster, Bloglines, Digg, reddit, My Web Yahoo!, Wikio e Twitter. Gostei o recurso que permite gerar o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OPML">OPML</a> para os resultados.</p>
<p>16. O <a href="http://www.yoyogames.com/">YoYo Games</a> (Inglaterra) oferece diversos recursos para a criação de jogos. Vale a pena conhecer o <a href="http://www.yoyogames.com/gamemaker/">GameMaker 7.0</a>, uma ferramenta para desenvolvimento de jogos sem programação! Além dos clássicos jogos de labirinto o ambiente permite criar jogos com efeitos 3D.</p>
<p>17. O <a href="http://www.spreadshirt.com/">Spreadshirt</a> (Alemanha) tem um modelo de negócios bastante interessante! Através dele é possível criar lojas virtuais para vender camisetas com design personalizado. O Spreadshirt se encarrega do resto: processamento dos pagamentos, produção, entrega e serviço pós-venda!</p>
<p>18. O <a href="http://www.trendio.com/">Trendio</a> (Suécia) é uma bolsa de valores para palavras. O valor das palavras é calculado pela frequência de ocorrências nas notícias. Dessa forma é possível perceber as tendências na mídia e tentar prever o que será manchete amanhã. Clique <a href="http://www.trendio.com/categories.php?category=6&amp;language=en">aqui</a> e veja as palavras de tecnologia que estão mais valorizadas no momento.</p>
<p>19. O <a href="http://www.esnips.com/">eSnips</a> (Israel) é um site de compartilhamento de conteúdo que oferece gratuitamente 5GB de espaço para arquivos. Se você usa Windows instale o <a href="http://www.esnips.com/download/">eSnips Uploader</a>, um plugin para Internet Explorer e/ou Firefox que facilita o envio de arquivos.</p>
<p>20. O <a href="http://afrigator.com/">Africator</a> (África do Sul) é um agregador de conteúdo feito especialmente para membros da comunidade digital do continente africano (</p>
<p>21. O <a href="http://www.bliin.com/">Bliin</a> (Holanda) é um mashup baseado no <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a> que permite o compartilhamento da localização dos usuários em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_real">tempo real</a>. Para utilizar o serviço, é necessário ter um receptor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GPS">GPS</a> com suporte a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bluetooth">bluetooth </a>e instalar os aplicativos que enviam a localização para o Bliin. Existem dois módulos: o <a href="http://blog.bliin.com/?page_id=77">POCKETbliin</a> para celulares com suporte a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JME">JME</a>, e o <a href="http://blog.bliin.com/?page_id=81">bliinGPSXS</a> para Mac OS X e Windows.</p>
<p>22. O <a href="http://www.weblin.com/">Weblin</a> (Alemanha) usa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_%28realidade_virtual%29">avatares</a> para representar usuários que estão navegando pela Web. Quando os usuários se encontram no mesmo site, os seus avatars são exibidos na parte inferior do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Navegador">navegador</a> (Firefox ou IE) e podem participar de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chat">chat</a>. O serviço é gratuito, mas a empresa tem planos para lançar uma moeda virtual, chamada Kala, que dará acesso a acessórios e funcionalidades complementares para os avatars.</p>
<p>23. O <a href="http://pixrat.ibibo.com/">Pixrat</a> (Índia) é o <a href="http://del.icio.us/">Del.icio.us</a> das fotos. Funciona assim: adicione um botão a barra de ferramentas do navegador, acesse uma página que tem a foto que você deseja guardar e clique no botão. Em seguida, selecione a foto e adicione algumas tags para facilitar a busca. Cuidado ao acessar o serviço no trabalho, pois algumas imagens podem ter conteúdo adulto.</p>
<p>24. O <a href="http://www.cambrianhouse.com/">Cambrian House</a> (Canadá) é o lar da primeira comunidade de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crownsourcing</a>, onde os membros compartilham suas idéias, buscando apoio intelectual, logístico ou financeiro para novos empreendimentos. As melhores idéias são escolhidas pela comunidade através de votação. No <a href="http://www.cambrianhouse.com/bazaar/">bazar</a> é possível comprar ou vender idéias. Mais de 5.800 idéias já foram submetidas.</p>
<p>25. O <a href="http://www.khichdee.com/">Khichdee</a> (Índia) é o <a href="http://www.craigslist.org/">Craigslist</a> da Índia: são mais de 2 milhões de anúncios em centenas de categorias (de automóveis a antiguidades). A categoria Matrimonial chama atenção porque os anúncios são classificados por religião ou etnia.</p>
<p>26. O <a href="http://www.mbga.jp/">Mobagetown</a> (Japão) é uma rede social móvel com mais de 6 milhões de usuários. Os usuários definem seus avatares e tem acesso a jogos interativos gratuitamente.</p>
<p>27. O <a href="http://www.babytree.com/">Babytree</a> (China) é uma rede social onde os usuários criam páginas para seus filhos, e recebem informações sobre educação infantil.</p>
<p>28. O <a href="http://www.vivapets.com/">Vivapets</a> (Portugal) é uma rede social onde os usuários criam páginas para seus animais de estimação, e recebem informações de especialistas sobre os cuidados necessários de acordo com a espécie e raça.</p>
<p>29. O <a href="http://www.tangler.com/">Tangler</a> (Austrália) é uma rede de discussão, ou melhor, um fórum turbinado. O uso do Desktop Notifier, um utilitário disponível para <a href="http://download.tangler.com/notifier/download/win/x32/en/TanglerNotifier-Setup.exe">Windows</a>, <a href="http://download.tangler.com/notifier/download/linux/x32/en/notifier.tar.gz">Linux</a> e <a href="http://download.tangler.com/notifier/download/mac/ppc/en/notifier.dmg">Mac</a>, torna a discussão ainda mais interativa.</p>
<p>30. O <a href="http://www.edushi.com/">eDushi</a> (China) é um site onde é possível encontrar informações reais sobre 30 cidades chinesas usando mapas 3D virtuais. A qualidade dos mapas é impressionante! Dê uma olhada no mapa de <a href="http://hongkong.edushi.com/en/">Hong Kong</a>.</p>
<p>31. O <a href="http://www.aprex.com.br/">Aprex</a> (Brasil) é um pacote de serviços de apoio a organização e produtividade direcionados para profissionais liberais e pequenas empresas. Atualmente, o Aprex tem três produtos: Escritório Online, Apresentações e Email Marketing. O Escritório Online inclui calendário, contatos, tarefas, disco virtual, bloco de notas, blog e enquetes</p>
<p>32. O <a href="http://www.mobbbi.com/">mobbbi</a> é um novo serviço que mescla guias de entretenimento e redes sociais. O projeto não está aberto ao público, mas promete trazer informações diversificadas para os usuários: dicas de bares e restaurantes, orientações de como preparar bebidas ou de como atar nós em gravatas. Vamos aguardar mais notícias da equipe do mobbi, pois a idéia é boa!</p>
<p>33. O <a href="http://mostrips.com/">mostrips</a> é um projeto que está sendo desenvolvido dentro do <a href="http://www.cesar.org.br/">C.E.S.A.R</a>. Mostrips é<br />
uma rede social que permite ao usuário contar uma história, com imagens e texto, e em seguida enviá-la para o celular. Já recebeu uma menção internacional no blog <a href="http://mashable.com/2007/05/31/mostrips/">Mashable</a>, mas ainda tem poucos usuários efetivamente usando o serviço. Experimentem!</p>
<p>34. O <a href="http://www.vademetro.com.br/">Vá de Metrô</a> é um serviço muito útil para os moradores de São Paulo, pois permite localizar pontos turísticos e comerciais em um mapa que mostra as linhas e as estações do metrô. Agora, andar de metrô ficou mais fácil!</p>
<p>_______________________________________________</p>
<p><strong>*Fonte</strong>: Posts do <em>Meio Bit</em>  [ <a href="http://www.meiobit.com/">http://www.meiobit.com/</a> ] e Wikipedia <a href="http://pt.wikipedia.org/">http://pt.wikipedia.org/<br />
</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/350/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/350/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=350&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O sonho de um documento universal</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/08/22/o-sonho-de-um-documento-universal/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 19:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A produção da informação se verifica hoje, como uma cultura de muitas vozes, produzindo narrativas intertextuais.  A história da informação dos últimos cinquenta anos se entrelaça com própria história do século vinte quando a humanidade viu inserir no seu convívio mais inovações modificadoras do que em todo o resto da sua história. Nesse processo de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=345&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/08/docuverse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-346" title="Docuverse" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/08/docuverse.jpg?w=500&#038;h=329" alt="" width="500" height="329" /></a></p>
<p>A produção da informação se verifica hoje, como uma cultura de muitas vozes, produzindo narrativas intertextuais.  A história da informação dos últimos cinquenta anos se entrelaça com própria história do século vinte quando a humanidade viu inserir no seu convívio mais inovações modificadoras do que em todo o resto da sua história.</p>
<p>Nesse processo de mudança do nosso mundo, Ted Nelson, e os seus Textos Paralelos tiveram papel de importancia. O projeto Xanadu, o Docuverse e Vannevar Bush. Textos Paralelos, o hipertexto,  que Theodore Nelson adicionou ao Projeto Xanadu no começo a ser pesquisado em  1970 e era único,  pois permitia ao leitor criar links entre documentos, mesmo se eles não fossem diretamente relacionados em tema. Como Nelson indicou: No sistema Memex  de Vannevar Bush  o usuário não tinha  escolhas ao se mover em uma sequência  de Itens, até haver uma intercessão de caminhos quando a máquina de Bush indicava um “hit” (Nelson, 1972). O sistema de Nelson dava ao usuário uma chance maior vincular documentos. [1]. Tim Berners-Lee ao programar a web usou a técnica do hipertexto no seu  primeiro site da rede: <a href="http://bit.ly/o8udxG">http://bit.ly/o8udxG</a></p>
<p>Os textos hipertextuais mostravam uma ampliação temática na sequência de documentos interligados. Toda esta história esta&#8217; contada em um site chamado &#8216; The World Wide Web : o começo e agora&#8221;. É importante notar que o escrito de Vannevar Bush que inspirou Ted Nelson na criação do hipertexto e no projeto Xanadu são de 1945 e estão no artigo  “As we May Think” publicado em uma revista chamada &#8211; Atlantic Monthly. [2]</p>
<p>A descrição de Bush no artigo de 1945, de uma maquina imaginaria chamada &#8220;Memex&#8221; é vista  e citada por muitos como uma previsão do processamento da informação no computador, possível plenamente só nos anos 80, e que facilitou os processos de recuperação da informação e existência do próprio hipertexto e da web.</p>
<p>Interligar textos tem sido uma preocupação constante dos que lidam com o conhecimento. Já em 1934 Paul Otlet preocupado com o fato de que a informação organizada deveria retornar a sociedade escreveu “Traité de documentation”.  [2a]</p>
<p>Seus trabalhos com Henri-Marie Lafontaine, permitiram a o trabalho que resultou na Classificação Decimal Universal e tantos outros conceitos teóricos hoje estudados como o sonho de um documento total um documento que reunisse o universo de todos os documentos, um Docuverse, a procura empenhada por Ted Nelson em sua visão hipertextual e no projeto Xanadu [4].</p>
<p>Parece, então, que já existe uma história e tradição para a sociedade do conhecimento; uma potencialidade que  já possui uma narrativa metódica de fatos notáveis ocorridos e com influencia para a vida do conhecimento em sociedade. A pergunta e&#8217;: como acontecerá no futuro próximo o ato de escrever e o ato de ler e disseminar a informação? Qual estrutura sera&#8217; utilizada para uma maior e melhor associação e elaboração do saber: o texto ou o hipertexto?</p>
<p>Muitos estão retornando ao pensamento de Otlet, La Fontaine, Vannervar Bush, Ted Nelson ,   para especular sobre estas questões .</p>
<p>AAB</p>
<p>[1] The World Wide Web : o comeco e agora</p>
<p><a href="http://www-personal.umich.edu/~mattkaz/history/index.html">http://www-personal.umich.edu/~mattkaz/history/index.html</a></p>
<p>[2] As We May Think &#8211; VannevarBush</p>
<p><a href="http://www.theatlantic.com/unbound/flashbks/computer/bushf.htm">http://www.theatlantic.com/unbound/flashbks/computer/bushf.htm</a></p>
<p>[2a] O sonho de Paul Otlet</p>
<p><a href="http://aldoibct.bighost.com.br/TecnolSaber.pdf">http://aldoibct.bighost.com.br/TecnolSaber.pdf</a></p>
<p>[3] Docuverse</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Docuverse">http://en.wikipedia.org/wiki/Docuverse</a></p>
<p>[4] Projeto Xanadu</p>
<p><a href="http://www.xanadu.net/">http://www.xanadu.net/</a></p>
<p>[5]Memex</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Memex">http://en.wikipedia.org/wiki/Memex</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/345/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/345/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=345&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A condição política e cognitiva da inovação</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/08/06/a-condicao/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Foi de uns anos para cá que as empresas tradicionais começaram a pensar no assunto de ensinar ou produzir só por gestão  a inovação na empresa. Entenderam que era preciso preparar seus funcionários para a &#8220;sociedade do conhecimento&#8221; chegante e de reflexão profusa. Mas a sociedade do conhecimento é uma utopia de saber compartilhado. Uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=338&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/08/crowd-ideas-300x199.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-339" title="Crowd-Ideas-300x199" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/08/crowd-ideas-300x199.jpg?w=500&#038;h=234" alt="" width="500" height="234" /></a></p>
<p>Foi de uns anos para cá que as empresas tradicionais começaram a pensar no assunto de ensinar ou produzir só por gestão  a inovação na empresa. Entenderam que era preciso preparar seus funcionários para a &#8220;sociedade do conhecimento&#8221; chegante e de reflexão profusa. Mas a sociedade do conhecimento é uma utopia de saber compartilhado. Uma promessa de um mundo melhor para todos, além dos lucros máximos que uma a empresa quer gerar. Não é um espaço demarcado e com habitantes distinguidos.</p>
<p>Os cursos de pós-graduação despertaram, então, para a necessidade de incluir o tema inovação em suas grades curriculares. Uma das grandes apostas neste sentido foi feita pelas escolas de negócios e de informação estratégica criando cursos sobre sobre a utópica gestão do conhecimento e suas consequências. Uma gestão irrealizável dado que o conhecimento existentindo unicamente na consciência dos indivíduos não poderia ser manejado (de management) como se maneja uma loja ou uma ordenha para produção do leite; a gestão neste caso é uma quimera conceitual.</p>
<p>A inovação é aspecto chave para a competitividade Para sobreviver no mercado é necessário fazer um esforço para promover esta introdução do novo. Mas a Inovação não é uma receita de bolo ensinável em uma condição de aprendizado. Pode-se fomentar o gerente inovador caracterizável por ter sua mente voltada para: associação de ideias adequadas, questionamento empreendedor, facilidade de construir analogias e de experimentar novas ideias em rede, por exemplo.</p>
<p>Mas a inovação é sempre uma aceitação da técnica e sua difusão pela pluralidade dos elementos de um determinado espaço social, quando convencidos que isto trará um bem comum para todos. Só existe uma inovação quando esta é aceita no espaço social em convivência. Relaciona-se a uma introdução dinâmica de um conhecimento que é assimilado e representa um conjunto de atos voluntários onde um conjunto indivíduos reelabora o seu mundo. Inovação não é sinônima de tecnologia nova, não é coisa estática, mas uma ação dinâmica.</p>
<p>Na dinâmica da inovação tem-se atos voluntários, sujeitos a barreiras cognitivas, contextuais e operacionais. Assim não pode ser treinada em sala de aula e nem tem nada a ver com a criatividade de um grupo de pessoas que deseja sua introdução em uma realidade. É um &#8220;momento de decisão &#8221; em um processo de avaliação realizada pela pluralidade de uma comunidade. Uma ação política que o homem realiza na pluralidade de um convencimento consentido por todos. Sua introdução é uma possibilidade da condição humana quando  exercida em conjunto com outros homens.</p>
<p>O destino final do fenômeno da informação é criar conhecimento modificador e inovador no indivíduo e no seu mundo. Sendo uma passagem, um fluxo na consciência, é um processo que se realiza na mais oculta privacidade de uma subjetividade. Um caminho pessoal e acontece, de maneira diferente em cada indivíduo. Impossível de ser gestionada e é uma extravagância pensar que possa ser ensinada em um curso formal ou implantada operacionalmente por uma vontade unitária em uma empresa</p>
<p>AAB</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/338/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/338/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=338&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O que é necessário para se ter uma política nacional de informação?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 14:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O que é necessário para se ter uma política nacional de informação? Toda política mostra uma exterioridade de discurso e uma condição interna voltada para a execução de ações. Todo discurso é uma simples promessa de verdade nos contextos da esperança; já a ação é um atuar  com vigor dinâmico, o  início, do que nunca iniciou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=334&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é necessário para se ter uma política nacional de informação?</p>
<p>Toda política mostra uma exterioridade de discurso e uma condição interna voltada para a execução de ações. Todo discurso é uma simples promessa de verdade nos contextos da esperança; já a ação é um atuar  com vigor dinâmico, o  início, do que nunca iniciou antes e que vai resultar sempre em uma modificação, ainda, que possa ocorrer uma volta para  permanência ao estado inicial, o processo para realizar a ação em si,  terá modificado a realidade.</p>
<p>A ação é uma atividade que corresponde a condição humana da pluralidade, uma condição da vida política do homem na terra. Uma política de informação então seria um ritual de passagem da intenção formal de um discurso de governo para sua implementação como uma ação coordenada de governo.</p>
<p>Assim, o grande desafio de uma Política Nacional de Informação está relacionado a três itens básicos:</p>
<p>(i) Haver no país uma política para informação científica e tecnológica com a qual o governo efetivamente se comprometa;</p>
<p>(ii) Haver uma Agência Nacional de Informação adequada para desenvolver o Plano,  dentro do contexto proposto acima;</p>
<p>(iii) Haver capacitação de recursos humanos para lidar com ações nacionais de informação em ciência e tecnologia;</p>
<p>(iv) A  Agência Nacional referida em (ii) tem que ter o seu papel reconhecido pela comunidade de informação do país;</p>
<p>No Brasil não existe qualquer comprometimento com os itens (i), (ii),  (iii) e (iv) acima indicados tornando impossível qualquer Política Nacional de Informação.</p>
<p>AAB</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/334/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/334/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=334&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>As profecias sobre a web</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/07/18/as-profecias-sobre-a-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 14:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O tempo esta passando tão depressa que parece até que o tempo tem cada vez menos tempo para passar. A velocidade das nossas transações correntes apressadas pela web é a principal razão para isso. A informação que pautava nossa vida vinha no compasso do navio ou do cavalo. O Brasil foi um país comunicação tardia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=329&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/07/medusa2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-330" title="medusa2" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/07/medusa2.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p>O tempo esta passando tão depressa que parece até que o tempo tem cada vez menos tempo para passar. A velocidade das nossas transações correntes apressadas pela web é a principal razão para isso. A informação que pautava nossa vida vinha no compasso do navio ou do cavalo. O Brasil foi um país comunicação tardia pela sua condição de colônia além-mar. Só quando o deslocar da família real portuguesa de Lisboa para o Brasil em 1808 apareceu como apêndice a Imprensa Regia viajando de navio de nome &#8220;Medusa&#8221; aquela senhora que tem cobras na cabeça. Dizem as línguas mais aguçadas ser esta a razão dos que gostam de escrever terem aversão a espelhos.</p>
<p>Na vagarosidade de 1808, Hipólito José da Costa imprimia na Inglaterra o &#8220;Correio Brasiliense&#8221; e cada edição despachada de navio para o Brasil chegava com as últimas notícias três meses após a impressão e saída da Europa. Eram conteúdos tardios, pois, ao chegar as temáticas eram outras. No Brasil do início do século passado a informação chegava primeiro às grandes fazendas e depois era ia se adentrando ao interior no lombo de cavalos e burros.</p>
<p>Mas, no tom de Cassandra um jornal do Rio em 18 de julho de 2011, hoje, anuncia o fim do email e do encantamento da web pelas redes sociais ofuscando a tecnologia da Internet. Alguns especialistas em tecnologia, como Tim Berners-Lee, o inventor da World Wide Web alegam que isso carece de sentido, pois a Web 2.0 utiliza muitos componentes tecnológicos criados até antes mesmo do surgimento da web. Afirmam também que trata-se de uma jogada de marketing pois não houve qualquer mudança tecnológica com a web 2.0, houve sim uma mudança de foco.</p>
<p>Esta mudança de foco na modificação da web das redes sociais é baseada na confiança do usuário. Um modelo de uma Internet operando com uma plataforma de confiança baseado na interação de grupos de interesse comum. Uma condição para o amanhã poderá ser, por exemplo, uma nova rede de comunicação global, com conjuntos de confiança locais. Mas, desconfiança na rede se alavanca com o crescimento da vigilância e a falta de privacidade. Contudo, existe forte conscientização dos seus usuários de que a Internet pertencente a todos e não aos donos de sites de convivência.</p>
<p>O primeiro serviço organizado de entrega de documentos escritos que se tem notícia remonta a 2400 anos antes de Cristo no Antigo Egito. É a primeira notificação do correio postal. O email é uma troca de correspondência que em nada coincide com a exuberância das permutas informacionais em convivência. É uma mensagem intencional, dirigida com destino certo e até mesmo documental. Substitui em alguns casos o correio postal que, alias, continua muito ativo. Quem diz que o email vai acabar por causa das redes sociais desconhece o assunto Internet e quando se propõe a escrever para o público deveria antes olhar e de frente para aquela a senhora de cabelos serpenteados.</p>
<p>Escrever sobre acabamentos dá notícia. Em 1930, Freud falou em “O mal-estar na civilização” que o homem estava se tornando um deus prótese, com todas as extensões criadas ­ e por criar ­ pela cultura e pela ciência, mas sem com isso se sentir mais feliz. Naquela mesma década Hitler se tornava uma ameaça mundial, Orson Welles radiodifundia o cataclismo pela guerra dos mundos e um samba de Assis Valente de 1938 na voz de Carmem Miranda, ironizava o apocalipse não concretizado:</p>
<p>“Anunciaram e garantiram/ que o mundo ia se acabar/ Por causa disso/ Minha gente lá de casa/ Começou a rezar”.</p>
<p>Vivemos, ainda, em espelho do século passado. Em seu balanço do “Breve século XX”, o historiador Eric Hobsbawm diz que não houve século tão penetrado pelas ciências e que tenha ao mesmo tempo se sentido tão pouco à vontade com elas. Não houve avanço técnico nesse campo que não fosse acompanhado de uma pincelada pessimista e sombria sobre o futuro.</p>
<p>O futuro se faz presente nas aplicações mais recentes do conhecimento científico, como a web 3.0, quando haverá uma mudança técnica, a biologia sintética, as nanotecnologias e o aquecimento global. Como disse Pierre Auger, em relação à física, o feiticeiro poderoso parece fadado a não passar de um aprendiz intimidado diante das consequências de seus atos.</p>
<p>AAB</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.oei.es/divulgacioncientifica/reportajes_030.htm">http://www.oei.es/divulgacioncientifica/reportajes_030.htm</a></p>
<p><strong>E o mundo não se acabou &#8230;..</strong></p>
<p><a href="http://www.mpbnet.com.br/musicos/assis.valente/letras/e_o_mundo_nao_se_acabou.htm">http://www.mpbnet.com.br/musicos/assis.valente/letras/e_o_mundo_nao_se_acabou.htm</a>   [letra]</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5GxA4Elbx80&amp;feature=fvsr">http://www.youtube.com/watch?v=5GxA4Elbx80&amp;feature=fvsr </a>         [musica]</p>
<p>Pierre Victor Auger foi um físico francês que trabalhou no campo da física atômica, física nuclear e sobre os raios cósmicos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/329/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/329/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=329&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Desmemórias no mundo contemporâneo (*)</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 12:31:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ (Consolidação da memória, figura do livro “Cem bilhões de Neurônios” de Robert Lent, 2010) &#160; Excesso de informação e as (des)memórias no mundo contemporâneo (*) Pense no dia mais feliz de sua vida. Agora imagine se fosse capaz de recordar esse dia com total riqueza de detalhes, como se o estivesse vivendo novamente. Tentador, porém [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=321&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/07/a05img011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-323" title="a05img01" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/07/a05img011.jpg?w=500" alt="Consolidação da memória, figura do livro “Cem bilhões de Neurônios” de Robert Lent, 2010"   /></a></p>
<p><em>  (Consolidação da memória, figura do livro “Cem bilhões de Neurônios” de Robert Lent, 2010)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Excesso de informação e as (des)memórias no mundo contemporâneo (*)</strong></p>
<p>Pense no dia mais feliz de sua vida. Agora imagine se fosse capaz de recordar esse dia com total riqueza de detalhes, como se o estivesse vivendo novamente. Tentador, porém impraticável. Ao contrário de Funes, personagem do escritor Jorge Luis Borges, nossa memória opera seletivamente, fazendo escolhas dentre tudo o que nos acontece diariamente. Sem tal esquecimento, seria impossível aprender em meio a tantas lembranças triviais. A perda de memória consistente, que evidenciaria algum problema de saúde, só deve ser considerada quando representar grande prejuízo na vida cotidiana, situação comumente associada ao envelhecimento. Ocorre que, atualmente, com o uso intensivo das plataformas digitais e excesso de informações decorrentes dos novos hábitos da vida contemporânea, pessoas mais jovens reclamam de esquecimento e desconcentração.</p>
<p>Mais recentemente, as falhas no processo de consolidação da memória em jovens passaram a ser associadas à falta de concentração durante a leitura de um texto digital. A explicação seria de que o excesso de informações e estímulos da internet estaria produzindo um usuário multitarefa e, portanto, menos concentrado, o que acabaria por prejudicar a memorização da informação. Essa hipótese ainda é especulativa. &#8220;A internet pode causar o enfraquecimento de um tipo de memória, mas promover o ganho de outra. A única coisa certa nisso tudo é que se queremos nos lembrar realmente de alguma coisa, precisamos prestar atenção enquanto aquela informação é codificada.”</p>
<p>O psiquiatra Gary Small, especialista em memória da Universidade da Califórnia, conduziu diversos experimentos em 2008 com grupos de internautas que realizavam buscas no Google. Os resultados sugerem que embora a internet intensifique a atividade cerebral, as áreas mais ativadas são aquelas relacionadas à tomada de decisões e não à compreensão de texto. Isso pode ser decorrente da linguagem característica dos textos digitais que induzem o leitor a desviar sua atenção para decidir se clica ou não num hyperlink que dá acesso a outra página. Mas antes de culpar a internet, é preciso considerar que, ao ativarmos uma região do cérebro que não é normalmente estimulada pela leitura de livros impressos, estamos ampliando outras funções cognitivas que podem ser muito úteis ao aprendizado, o que é especialmente positivo no caso dos idosos.</p>
<p>A emergência da cibercultura na década de 1970 alterou as formas de sociabilidade do homem de tal modo que se torna interessante entender como as tecnologias da informação influenciam também a construção de nossa memória. No livro As tecnologias da inteligência: O futuro do pensamento na era da informática (1995), o filósofo Pierre Levy coloca que &#8220;no caso da informática, a memória se encontra tão objetivada em dispositivos automáticos, tão separada do corpo dos indivíduos ou dos hábitos coletivos que nos perguntamos se a própria noção de memória ainda é pertinente&#8221;.</p>
<p>A citação chama a atenção para as analogias frequentes entre cérebro e computador. &#8220;Levy tem certa razão ao ressaltar o aspecto problemático da utilização do mesmo termo (memória) tanto para o complexo fenômeno humano quanto para as máquinas cibernéticas. O uso comum pode se prestar à equivocidade, na medida em que a memória humana, quer no plano individual quer no coletivo, diz respeito à vivência num tempo e espaço, ao contrário da informática que apenas armazena informações&#8221;, pontua Maria Cristina Ferraz, professora da Universidade Federal Fluminense.</p>
<p><strong>(*)  Fonte:    </strong> fragmentos editados do artigo de Daniela Ingui “Excesso de informação e as (des)memórias no mundo contemporâneo” na Revista Ciência e Cultura, vol.63 no.2 São Paulo abril. 2011</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/321/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/321/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=321&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Educação com comunicação online</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/06/26/confissoes/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 18:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Eu vivi a minha tarefa de ensinar com a amplitude do sonho e da circunstância de cada época. Procurei repassar aos meus alunos o conhecimento das coisas que eu sabia e é  na lembrança deles que  vivo com mais intensidade, vivo melhor e para mais tempo. Se eu vim ao mundo, acho, foi para cumprir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=313&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/06/esquecimentoe.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-314" title="esquecimento" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/06/esquecimentoe.jpg?w=500" alt=""   /></a><br />
Eu vivi a minha tarefa de ensinar com a amplitude do sonho e da circunstância de cada época. Procurei repassar aos meus alunos o conhecimento das coisas que eu sabia e é  na lembrança deles que  vivo com mais intensidade, vivo melhor e para mais tempo. Se eu vim ao mundo, acho, foi para cumprir esta tarefa como meta de vida. Nessa perspectiva o mais que fiz não vale muito.</p>
<p>Nas palavras de  J.L. Borges: &#8220;é preciso ser fiel ao sonho e não às circunstâncias. &#8230;as palavras começam, em certo sentido, como mágica.  Associando  ao traço visível à coisa invisível, a coisa ausente &#8230;&#8221;. &#8220;As palavras nos significam  e nos definem e identificam, também,  aqueles que tratam conosco. Escrever pode, então, ser um lamento em uma canção de amor não correspondido.&#8221;</p>
<p>Em 2004 época de grande balbúrdia sobre ensino a distância , realizei um curso online para os alunos de doutorado e mestrado de uma pósgraduação em ciência da informação do Rio de Janeiro, então meu vínculo empregatício. O Curso tinha aulas, leituras, exercícios com integração dos aluno, tudo online em rede. Não usei qualquer software para isso. Tudo acontecia em um a parte de minha página pessoal na web e em um provedor privado. Deu muito trabalho, mas valeu a pena, pois foi um sucesso com os alunos. Quis repetir mas não podia mais: não estava regulamentado, homologado, oficializado, etc., etc..</p>
<p>Mas eu já tinha pego de surpresa a burocracia e no primeiro semestre de 2004 fiz um curso inteiro onde deixava de lado o &#8220;ser professor&#8221; para coordenar alunos em busca de conhecimento online na rede.</p>
<p>Pra lembrar isso disponibilizo uma das aulas, pedindo a quem for lá para lembrar aconteceu há sete anos atrás, fiz tudo sozinho, inclusive a parte técnica de uploads, downloads, etc. e que uma série de pontos lá colocados, depois viraram textos formais já conhecidos e que disponibilizei tb..</p>
<p>Mas vale a pena dar uma olhada na aula online de 2004<br />
<a href="http://bit.ly/jcWT0T">http://bit.ly/jcWT0T</a></p>
<p>Aldo de A Barreto</p>
<p><em>Fig. de Bonnie, refineries.tumblr.com/aboutme</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/313/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/313/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=313&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Redes sociais, memória e esquecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 12:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Redes sociais, memória e esquecimento O jornal de hoje três de maio é revelador da incapacidade de adaptação e falta de conhecimento. O chefe do New York Times é demitido por não conseguir vender jornais é culpa as redes sociais. Conclui, por vingança em causa própria, que estas redes estão afetando a condição de memória [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=309&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redes sociais, memória e esquecimento</p>
<p>O jornal de hoje três de maio é revelador da incapacidade de adaptação e falta de conhecimento. O chefe do New York Times é demitido por não conseguir vender jornais é culpa as redes sociais. Conclui, por vingança em causa própria, que estas redes estão afetando a condição de memória e atenção do homem. O que é uma tolice. A memória se relaciona com elementos complexos, como a percepção, imaginário e consciência.</p>
<p>O homem foi criado com a propensão natural de se posicionar para sobreviver no meio ambiente, reconhecer o perigo e reagir a estas ameaças. A ato de ler foi uma grande aventura para seu desenvolvimento, pois municiou-lhe, principalmente, com um imaginário. Segundo Platão, em &#8220;Fedro&#8221;, quando Hermes ou Thot, o suposto inventor da escrita, apresentou sua invenção para o faraó Thamus, este louvou a técnica rara que haveria de permitir aos seres humanos recordarem aquilo que, de outro modo, esqueceriam.  &#8220;Meu habilidoso Thot&#8221;, disse ele, &#8220;a memória é um dom importante que se deve manter vivo mediante um exercício contínuo. Graças a esta sua invenção, a escrita,  as pessoas não serão mais obrigadas a exercitar a memória. Lembrarão coisas não em razão de um esforço interior, mas apenas em virtude de um expediente exterior&#8221;. [1]   O que não aconteceu, a escrita foi a grande propulsora do  crescimento da memória e do imaginário e da atenção.</p>
<p>Discursar, como fez o cidadão do NYT sobre inovação no calor (ou seria frio) da derrota dá sempre confusão. Uma inovação, fruto de uma tecnologia, quando aceita pela sociedade é irreversível, qualquer seja sua relação custo benefício.</p>
<p>Páginas a frente o mesmo vespertino impresso nos dá notícia que a candidata conservadora da eleição para presidência do Chile, com probabilidades de vencer, está ameaçada na sua eleição pelo opinião contrária que vem sendo ajustada pela convivência popular nestas mesmas redes sociais. Uma voz antes inexistente, apagada pelo poder da mídia de massa que luta para sobreviver.</p>
<p>(aab)</p>
<p>Notas:<br />
[1] Humberto Eco, Muito além da internet,  <a href="http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=16">http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=16</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/309/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/309/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=309&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vale a pena ler artigos que não estão online</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/04/24/vale-a-pena-ler-artigos-que-nao-estao-online/</link>
		<comments>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/04/24/vale-a-pena-ler-artigos-que-nao-estao-online/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 13:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um estudo sobre o comportamento do cientista quando procura informação feita na comunidade de físicos e astrônomos, usando entrevistas semi estruturadas com 56 professores e estudantes de Ph.D. da área na University College de Londres. Foi perguntado aos entrevistados a maneira como obtêm e como acessam as fontes para seus estudos e pesquisas e seus [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=304&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/04/webooks.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-306" title="webooks" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/04/webooks.jpg?w=500&#038;h=387" alt="" width="500" height="387" /></a></p>
<p>Um estudo sobre o comportamento do cientista quando procura informação feita na comunidade de físicos e astrônomos, usando entrevistas semi estruturadas com 56 professores e estudantes de Ph.D. da área na University College de Londres.</p>
<p>Foi perguntado aos entrevistados a maneira como obtêm e como acessam as fontes para seus estudos e pesquisas e seus principais seus recursos da informação; ênfase foi colocada na leitura de artigos de periódicos, provavelmente a fonte a mais importante da informação na física e na astronomia.</p>
<p>Ficou evidente a tendência emergente no comportamento de busca de informação, dos físicos e dos astrônomos, que mostra que a maioria deles acredita que se os artigos forem de boa qualidade e significativos para a área, eles estarão disponíveis online na Internet.</p>
<p>Além disso, ainda em minoria, mas um número apreciável de cientistas entrevistados acredita que a informação que não está em disponível online não vale o esforço de obter, por provável falta de qualidade, confiabilidade e obsoletismo.</p>
<p>Esta indicação mostra uma evidente mudança na percepção que os usuários de ciência e tecnologia têm do valor das fontes de informação digital online e sua facilidade de acesso. A Astronomia e a Física tradicionalmente tinham um alto grau de formalidade conservadora em suas fontes de informação. Isto mostra que pelo, menos em alguns campos científicos, a facilidade da disponibilidade digital é uma medida positiva na avaliação coletiva de qualidade.</p>
<p>Esta tendência indica, ainda, a expectativa elevada dos cientistas em alcançarem toda a informação que necessitam no formato digital e online, o que vem a exercer pressão sobre editores, especialistas da informação e administradores para formação de estoques de informação na web.</p>
<p>Ver o artigo completo de:</p>
<p>Hamid R. Jamali<br />
[What is not available online is not worth reading?]<br />
Professor, Ph.D., Department of Library and Information Studies, Faculty of Psychology and Education<br />
<a href="http://www.webology.ir/2008/v5n4/a63.html">http://www.webology.ir/2008/v5n4/a63.html</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/304/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=304&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A comunicação interrompida</title>
		<link>http://aldobarreto.wordpress.com/2011/04/13/a-comunicacao-interrompida/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldobarreto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A geografia das narrativas tem na palavra um ponto de referência exato para sua jurisdição. A palavra é a menor unidade de significado e agrega-se formando frases, sentenças e sistemas de sentenças totalizando-se no texto. Estruturalmente o estudo do arcabouço e formação de palavras é uma questão de morfologia do texto que permite decompor sua [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=293&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/04/dont_say_that_word.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="dont_say_that_word" src="http://aldobarreto.files.wordpress.com/2011/04/dont_say_that_word.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p>A geografia das narrativas tem na palavra um ponto de referência exato para sua jurisdição. A palavra é a menor unidade de significado e agrega-se formando frases, sentenças e sistemas de sentenças totalizando-se no texto. Estruturalmente o estudo do arcabouço e formação de palavras é uma questão de morfologia do texto que permite decompor sua estrutura em suas unidades mais simples que espelham seu significado.</p>
<p>Ao ser construída uma narrativa vem de uma linguagem simplificada do pensamento do seu gerador para uma linguagem determinável de edição da escritura. Já discutimos em outro artigo a maneira como a escrita distancia o autor e do seu pensar. Indico o que penso ser as características da linguagem do pensamento de onde o autor organiza mentalmente sua narrativa antes da escrita:</p>
<p>- as palavras são aditivas em sua narrativa, não se subordinam; possui uma tendência para ser redundante ou a reutilizar conceitos constantemente; uma organização simples em sua forma, com frases pequenas e de palavras curtas; possui uma tendência à estabilidade interna com um retorno constante aos conceitos já usados; é situacional mais que abstrata.</p>
<p>Por outro lado podemos afirmar que a escrita, a representação gráfica da linguagem, usa códigos padrões e delineáveis:</p>
<p>- é explícita, formal, de padrões normativos e de procedimentos formalizados; procura eliminar a redundância e palavras indeterminadas; utiliza figuras de linguagem e é rica em metáforas; usa uma grande liberdade semântica; é uma linguagem morfologicamente coerente e passível de ter alguma definição de padrões e procedimentos. As duas linguagens operam para criar conhecimento e a comunicação entre as pessoas.</p>
<p>Neste caso mexer com a liberdade das palavras produz casos estranhos como os abaixo, todos verídicos. segundo a autora que os conta: *</p>
<p>Um chimpanzé de nome Lucy e nasceu no do Quênia. Foi adotada por um casal de biólogos ingleses, que a pegaram ainda bebê, depois a criaram dentro de casa como se fosse humana e lhe ensinaram a linguagem dos surdos mudos, o que, aliás, não é nada extraordinário, porque muitos primatas já aprenderam a entender e usar este código gestual.</p>
<p>Passaram-se assim muitos anos, talvez quinze ou vinte, e os biólogos se aposentaram e tiveram que voltar para Londres. Era impossível levar Lucy consigo, de maneira que a deixaram num zoológico em Quênia</p>
<p>Anos se passaram e certo dia um professor de crianças deficientes que passava as férias na África foi visitar o jardim zoológico e deu com um chimpanzé agarrado às barras da jaula e fazendo gestos absurdos e frenéticos dirigidos a qualquer um que estivesse por perto. O professor, curioso, também se aproximou e ficou paralisado quando percebeu que entendia o que o animal estava dizendo.  Era Lucy que, na linguagem dos surdos-mudos pedia desesperadamente a todos : &#8220;Tirem-me daqui, me tirem-me daqui, tirem-me daqui&#8230;&#8221;.</p>
<p>&#8220;O traumático nem sempre é aquilo que faz barulho, mas sim o que fica mudo. E, lá do silêncio, faz ruídos.&#8221;</p>
<p>Há aquele outro caso, verdadeiro e terríveis de incompreensão das palavras.   Um mendigo de Nova York que foi tirado das ruas pela assistência social, por ter desmaiado de frio, ou por ter sido atropelado de leve sem consequências.  Seja como for, ele foi submetido a uma avaliação superficial e consideraram que estava doido de pedra: não falava, não dava sinais de reconhecer nada do que lhe diziam, bramava e se sacudia furiosamente.</p>
<p>Um juiz determinou que podia ser um perigo para si mesmo e para os outros e mandou interná-lo num hospital psiquiátrico. O homem passou dez anos trancados num manicômio até que alguém descobriu que não era maluco, e sim mudo e romeno: era um imigrante ilegal recém-chegado ao país quando foi detido. Não entendia o que lhe diziam e não conseguia se expressar em palavras a sua fúria. Era a angústia de quem se sabe incompreendido sem poder falar as palavras certas.</p>
<p>O Controle das palavras, não é compreensível na comunicação, principalmente, se o desejo é determinar como as pessoas devem escrever ou falar por um código formalizado. Controlar palavras é controlar pensamentos.</p>
<p>O português já veio pelo nosso desbravador, ele, é derivado do latim, do conquistador romano e salpicado pelo árabe do conquistador mouro e pitadas de linguagens africanas sempre respeitando nesta mistura a liberdade da língua formada e sua grafia.  Mas,  Isso lembra  a história do século 18, quando  o naturalista alemão Humboldt foi a Venezuela encabeçando uma expedição científica. Em determinado momento da viagem, chegaram à aldeia dos índios Atures e descobriram que ela havia sido incendiada até os seus alicerces pelos agressivos índios Caribes.</p>
<p>Os restos dos Atures já começavam a ser cobertos pela selva. Buscaram e buscaram, mas não havia sobrevivente algum. Só encontraram um aturdido papagaio de cores brilhantes que vivia entre as ruínas e repetia, uma e outra vez longos, inflamados discursos  numa língua incompreensível. Era a língua dos Atures, mas não restava mais ninguém que a entendesse. A peleja matou a palavra.</p>
<p>Mexer nas palavras que um povo fala é controlar o conhecimento e sua apropriação. O que faz ruído, não é o problema da liberdade de enunciar escritas novas e sim o que depois fica mudo.</p>
<p>Aldo A Barreto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Fonte:  O Silencio da Informação, capítulo do Livro de Rosa Montero, &#8220;A louca da casa&#8221;, Ed. Ediouro 2003. [&#8220;a imaginação é a louca da casa&#8221; dizia Santa Tereza de Jesus</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aldobarreto.wordpress.com/293/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aldobarreto.wordpress.com/293/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aldobarreto.wordpress.com&amp;blog=8963618&amp;post=293&amp;subd=aldobarreto&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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